Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

BARBEARIA DO POMPEU

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Antiga fotografia da Barbearia Pompeu, (último dono)

nas lojas inferiores do não menos velho Hotel dos

Banhos que hoje já não existe. Este Luso  esquecido

e desaparecido já não faz parte da memória  da terra.

Ao lado da barbearia  era também a Casa Zenith,

agente da philips, onde passaram as  primeiras

imagens da televisão a preto e branco que foram 

vistas na vila e  também em Portugal, e do lado do

mercado, vulgarmente praça, esteve a Tabacaria

Luisa.

Do hotel, dos azulejos que enfeitavam a parede ,

da sua  varanda e nespereiras onde repousavam 

os hóspedes,  tudo foi na destruição termal  que a

contemporaneidade desastradamente operou.

Uma terra sem memória e sem história é como

um ser  sem alma, um ser despido,nú, despojado

dum passado  que a modernidade e a falta de poder

arruinaram.

Duma época aurea que teve condições para

prosseguir pouco ficou e hoje esta terra , nas mãos

duma municipalidade que suga como um aspirador

história e bens á sua volta, não tem um emprego

para oferecer  aos filhos.

 

publicado por Peter às 09:33

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Sábado, 28 de Outubro de 2017

A FONTE AUTÊNTICA

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Bela fotografia (pormenor,) dum Luso de há cem

anos  na Fonte de S.João autêntica quando era

propriedade da freguesia do Luso, antes de ser

subtraída ao património local por Manuel Lousada, 

da Antes, então presidente da Câmara, depois

governador civil. Então foi objecto de grande 

contestação por parte dos naturais , quer a 

usurpação da fonte quer o transporte da água

até á localidade onde morava o autarca, na 

altura nomeado e não eleito.

publicado por Peter às 22:08

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Sábado, 25 de Junho de 2016

EPPUR SI MUOVE!!

 

029.JPG

E no entanto ela move-se !

Esta é  a velha questão de Galileo Galilei ! Tal como a velha história do lobo quanto mais grita o pastor mais desacreditado fica ! Afinal a Delegação de Saúde confirma em Maio as análises de Março e outras análises anteriores e é sobre estas cordas bambas  que os responsaveis da politica funcionam. Afinal amargamente nos conceitos rotineiros de donos e senhores do pequeno mundo que  criaram. O  mundo deles, o seu próprio parque Jurassico! O rei parece ir nú.  Pobre do rei , julga que vai vestido! Não é o primeiro nem será o último a ser apanhado com as ceroulas  na mão, mas de facto desnudou-se numa triste figura. O rei, os fidalgos  da sua real cabana , o clero ,os morgados, as mordomias !  Naquela terra já se viveram melhores dias , mas a gente conhece, entre súbditos e não subditos que a água anda inquinada .

Às vezes, num periodo calmo e de alguma paz dentro do reino as análises do feiticeiro aparecem correctas. A abundância é muita, jorra por todo o lado e arrasta das encostas, das ruas, das avenidas a vilania dos servos. O contrário do que diz o rei , mas depois umas festas mais ou menos medievas fazem o contentamento  dos justos , os pandeiros animam-se pelos becos, os arautos espalham os dourados, os saltimbancos instalam-se nos pátios , os bombos ribombam e distribuem-se moedas e lagostas ,perdão, sardinhas, entre o aglomerado. A corte tem destas francas ofertas  para contentar os desgraçados  e ajudar a  esquecer  as misérias diárias ,mas isso nunca apaga verdades. Os tronos estão em guerra e nem os dotes do mago nem os sorrisos dos bobos duram sempre e a água, essa que nasce  cristalina como dizem , vinda lá das furnas serranas não se sabe donde, suja-se.  Além de imprópria é suja como lamas do inferno . Levam-na encanada e não fica cá nada ! E riem-se dos sertanejos, dos moleiros, dos pastores, dos burriqueiros, dos bem intencionados !

Estão-se nas tintas para o turismo e hotelaria! Desenrasquem-se!!!

Quando o rei soube disto da  inquinação que despoletei em Março  levantou-se e disse: - Não ! O rei afirmou solenemente que nada disso acontecia e reunindo a corte com  os seus cortesãos , os fidalgos, morgados e controleiros  mandou-os   dizer que não.  E todos disseram não. Peço desculpa, eu disse controleiros  mas  disse mal , palafreneiros é o que queria dizer. Palafreneiro, do latim Palafredárius  era  uma espécie de ministro dos cortejos e das festas e zelador dos protocolos. Não e não ,repetiram em coro !

-Sabotagem!  Ouviu-se depois  o rei clamar !E todos repetiram de imediato:     

-Sabotagem! Sabotagem ! Sabotagem! Três vezes sabotagem !!!

E escolheram  até o actor da blasfémia , o criminoso que dá origem á dita inquinação.

-Abaixo a recolha ! Gritou o rei. E todos aclamaram, abaixo a recolha !

Até a própria Recolha ficou admirada com a importância que nunca lhe fora atribuida e encolheu-se como se encolhem as recolhas cuja significação não significa nada.   Mas mesmo assim o diabo da água não cristalinizou. As análises mantem o seu veredito, de IMPRÓPRIA , no mês  de Maio !  E chamam-lhe maravilhosa ! O absurdo!!!

Mas descansem os subditos,  o rei  não caiu da cadeira abaixo, quero dizer, do trono, ele  ouviu os conselheiros , alguns menos maus outros piores e decidiu de repente virar o bico ao prego. Reconheceu  conforme o real saber ,que afinal há mesmo inquinação ! Vestiu as calças ainda a tempo por cima das ceroulas e não se sabe  se decidiu substituir  os velhos aquedutos do tempo da romanização , mas esse é o único remendo  plausivel e  eficaz.  Fez bem o rei ao explicar aos subditos a origem e o conteúdo  da estrutura que ainda nasce livre   entre os dejectos dos servos da gleba e dos vilões, conspurcada afinal por matérias fecais ou coliformes.  Não tão inofensivas como o rei profetiza, a não ser  que o sejam no seu reino por sua expressa lei! Mas dando  razão ao pagode não necessitava levar a realeza até ao ponto extremo de dar o dito por não dito.

Para terminar, só pretendo dizer para humildemente corrigir o rei que a água bruta pode ter melhor ou pior sabor ,mas a àgua pura  ainda não tem qualquer sabor  e foi sempre de água pura que se falou no reino em relação á fonte deste santo João Evangelista.  Parece de facto distraído em relação ao Condado. Desde que me lembre , e já sou muito velho, já tenho calos no rabo como o santo, a àgua do S.João foi sempre própria e destinada ao  consumo humano  e nunca soube a nada.Como pode ser cristalina e maravilhosa , com sabor??? Alguém anda a meter os pés pelas mãos no negócio da água ! Não admira !O rei não sabe do seu reino e não é uma estupida tabuleta que resolve a questão perante os milhares de pessoas , que beberam e bebem das onze bicas da fonte. O Turismo também não é nada disto! O condado ainda oferece ao reino , de mão beijada, dinheiro suficiente para ser considerado!  Penso que não só o Condado  como o próprio  reino, merecem outro tratamento , porque assim não se vai longe !!!

Galileo Galilei , que era sábio e fisico e já tinha a cabeça em cima do atado das vides para ser queimado vivo quando se retratou perante os bispos ,  cerrando os dentes  murmurou:

-E no entanto ela move-se !!! Eppur si muove, na língua original!

E de facto  a Terra continua a andar certinha  a órbitar o sol!

Nervi, Junho, 2016                                                  Àguasdoluso. blogs.sapo.pt

 

publicado por Peter às 19:50

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Domingo, 27 de Outubro de 2013

SUBSIDIOS /2-TEATRO AVENIDA

 

  Avenida Navarro com o cinema ao fundo

 N as décadas de 1920/30 existiam  , no Luso três ou quatro automóveis, das famílias Figuueiredo, dos Seabras, do Collen e , substituindo as velhas caleches de aluguer,,  surgiam entretanto os primeiros veículos motorizados a esse serviço dedicados e  cuja notícia oral hoje em dia  recolhida se resume aos carros de praça do Zé (?) Mira, do Albertino Pimenta, do Joaquim Rocha como dos pioneiros na matéria.

Graças a Emídio Navarro e á política de desenvolvimento termal e urbano com que favoreceu o Luso influenciando gente que construiu casas e chalets, as termas ganharam certa preponderância a nível nacional e vieram a receber melhoramentos estruturais actualizados como a electricidade, serviços de correios, farmácias, novas estradas e arruamentos, benefícios nas termas, e de entre essas bases estruturais do tempo, um cinema. Uma nova burguesia, sobretudo oriunda de Lisboa, começou por aproveitar os caminhos de ferro para deixar as apregoadas e costumadas quintas ao redor da capital para se deslocar segundo a nova moda para estâncias de veraneio surgidas das nascentes termais, e passar o verão ou parte dele na tranquilidade duma província conservadora e pachorrenta. Nesse período o Luso duplicava a sua população e um estio assim desafiante e movimentado exigia bases e serviços capazes de satisfazer minimamente este novo status que vinha em constante aceleração desde o meio da década do século XIX quando nasceu a sociedade de desenvolvimento termal que transformou a pequena aldeia de moinhos e milheirais no que depois veio a ser como local de industria de águas, primeiro paroquiais depois nacionais, hoje e por todas as razões infelizmente, pior que nacionalização, entregue mais a riqueza que produz, a estrangeiros.

Da velha e primitiva cocheira da casa do Soares que serviu de cinema, o primeiro na memória que se consegue recolher, se passou pela Casa das Pedrinhas com filmes de Sherlock Holmes, Charlot ou Harry Tackson, depois pela Casa do Teatro, hoje Pensão Choupal, possivelmente pelo rés do chão da Ex-Pensão das Termas, pela Sala do Casino  , até que finalmente surgiram três investidores capazes de  enfrentar o desafio da construção duma casa de raiz. Foram Rodolfo Pimenta, Francisco Ferreira e José Simões, três empresários que deram o definitivo arranque que levou á construção do chamado Cine Teatro Avenida.

Construído segundo normas e arquitectura do seu tempo, o Cine Teatro veio dar resposta plena ás necessidades, não só no campo da cinematografia como do teatro. Uma razoável sala para o tempo formada por uma ampla plateia rodeada de camarotes, acima doa quais, junto ao teto, funcionava uma geral.

Excelente palco do qual fazia parte um completo  urdimento, por ali passaram grandes companhias da capital e nomes sonantes como os actores Alves da Cunha, Ilda Stiline, Maria Matos, Estêvão Amarante, entre outros.

Também o teatro amador local, onde muitas vezes coexistiam dois agrupamentos  em franca competição, utilizavam a nova estrutura para preparar e representar as suas peças, das quais há hoje alguma informação no que diz respeito aos programas deixados e dos quais transcrevemos  nomes como A Mulher de Dois Maridos, Os Escravos, O Diabo á Solta, o Perdão dos Filhos, Dois Teimosos, O Padrinho, entre outros sem  deixar de lado referência aos grupos Amadores Dramáticos Beneficentes do Luso, Grupo Cénico do Luso, ou Grupo Cénico Ala Nova, para  nos situarmos nas décadas referidas de 20 e 30 do século passado. Numerosos são os intervenientes, Francisco Garcia, Francisco Cabral, Joaquim Nunes, Joaquim Batista, Carlos Pereira, Lucília Martins, Maria Almeida, Mobília Seabra, Rosa Rocha, Duarte Rocha, José Carvalho, entre muitos outros.

 Após o período inicial o cinema passa no entanto por algumas dificuldades financeiras, a primitiva sociedade desfaz-se e com a saída dos sócios para o Brasil a casa seria mais tarde vendida  à Sociedade Agrícola do Valdoeiro que a explorou durante anos , até passar finalmente para a posse do ultimo industrial de cinema, Joaquim Ferreira. Proprietário e projecionista, deu vida ao Cine Teatro durante as últimas décadas do seu funcionamento.

O imóvel foi recentemente adquirido pela Câmara da Mealhada, mas nada foi feito para seu restauro ou manutenção até á presente data.

 

publicado por Peter às 19:20

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

AGUA QUE NO LUSO NASCE

A Água de Luso lançou um novo rótulo em papel prata e uma nova cápsula para as garrafas de vidro (1L, 50cl, 25cl), com o objectivo de consolidar o “posicionamento premium, e reforçar a elegância e sofisticação da marca, no segmento de restaurantes, hotéis e bares”. Na parte nobre da embalagem salta à vista a data de fundação da Luso – 1852 , lembrando a origem centenária da marca da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC). Além da imagem renovada, o verso do rótulo conta ainda com uma criatividade alusiva à Malo Clinic Termas Luso, convidando o consumidor a visitar o site e a conhecer os benefícios deste espaço na Vila do Luso. Em 2013, a Água de Luso, foi premiada, pela quinta vez, com o mais alto galardão do Monde Selection de la Qualité, a Grande Medalha de Ouro, prémio que recebeu consecutivamente nos últimos quatro anos. Com captação exclusiva na zona da serra do Bussaco, é a única “Marca Produto Certificado no Mundo”, garante a SCC.

Renovada a imagem da garrafa, premiada

pela pureza, porém o Luso onde está a nascente,

não recebe um tostão da riqueza que daqui levam.

(não se pode utilizar outra expressão)

São holandeses, liquidaram as Termas,liquidaram

a terra, matam aS PESSOAS.

Os pobres governos de Portugal olham de cócoras,

vendidos  ,(vendem tudo até à honra) ao estrangeiro.

De que vale a riqueza se a entregamos aos outros

de mão beijada?

publicado por Peter às 20:06

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Domingo, 24 de Março de 2013

LUSO-TERMAS HEINEKEN

 

 

 Nos tempos da minha meninice as Termas eram para os naturais da vila do Luso um sítio vedado para lá do trabalho e do emprego que a todos estava reservado. Eram dois os mundos estivais, o mundo de quem estava destinado a prestar serviços e recolher alguns frutos do termalismo, o destinado aos locais, e o mundo de quem vinha. Para uns, trabalhoso, para outros, curativo e animado.

 A estância termal funcionava a cem por cento e as centenas de quartos que faziam o parque hoteleiro enchiam-se nos meses de Julho, de Agosto ou de Setembro, enquanto para nascente e para juzante desses idos tempos se prolongavam banhos numa dimensão mais singela entre os meses de Maio e Outubro. Relatórios e estatísticas existentes demonstram o movimento e a riqueza criada, extensiva a todo o meio envolvente com força e com pujança que dava para alimentar outra metade na estação invernal. De facto, nem a concessionária termal abdicava dos seus deveres de concessionária nem monopolizava ou restringia aos parceiros proveitos do termalismo. Nem a febre da água de mesa tinha conspurcado a mente dos exploradores, nem se sonhava que o recurso ultrapassasse as fronteiras para cair em mãos alheias. E assim o chamado Grande Hotel foi obra da empresa das águas e dum homem da Mealhada, apostado no desenvolvimento das termas e do meio, uma integração mais ou menos perfeita e assumida com seriedade.

   Esta filosofia, então ainda não destruída pelo capital que veio depois, o dos nossos dias e que apesar de tudo ainda existe hoje em alguns países da Europa, reservava para todos, maiores ou menores agentes da actividade, a sua justa parte e este equilíbrio permitia que a vila sobrevivesse nesta encruzilhada de interesses entre anos melhores e piores, mas certos.

  Nos dias que correm, perante a ganância e egoísmo do mundo, a posse tornou-se imoral, abusiva e descontrutiva das coisas e o que foram as termas pode resumir-se hoje a um furo artesiano donde brota a água e uns canapés apodrecidos fora das portas fechadas do que foi emanatório a quem um amigo tirou fotografias para o facebook , e deu assim origem á sua retirada dois dias depois. Há uma placa na porta fechada referindo a reserva exclusiva para clientes da clínica qualquer coisa e uns guardas privados, stwarts, de sentinela aos buracos, não vá algum louco ajuizado sabotar as centenas de metros até ao lençol comum do fabuloso liquido donde se enchem garrafas. Nem um cliente a beber água na saída radioactiva do seu poder curativo e para a amiga norueguesa que levei de visita ao sítio, nem uma entrada consegui para mostrar a bica a correr e uma prova da passagem.

-É uma turista norueguesa! È geóloga! Do metier ! E batia no vidro com insistência. Que não, proibição total de entradas ou visitas. Só para clientes da clínica!!! Está escrito!

 Mas qual clínica? Quais clientes? Ridículo! Tinham uma espécie de terror estampado no rosto e desapareceram além dos vidros no interior. São as Termas do Luso na sua actualidade, oito dias atrás, com ameaças de despedimentos nas mãos e o pagamento dos impostos em transferência para Cracóvia, bela cidade, mas na Polónia. Diz-se que sim e desmente-se quando é indesmentível! Pobre país, triste Pátria!

   Aparentemente trata-se duma má encenação destinada a demonstrar que há termas onde não há, mas que a escrupulosa concessionária tenta encenar em nome do contrato da concessão. Não compete a quem passa verificar se o faz ou não, só lhe compete ver, isso sim, que nem as termas são termas, nem a clínica é clínica como está escrito na tabuleta da entrada. Há ausência de aquistas, de doentes, de médicos, de enfermeiros, de dormidas, de refeições e remédios!!!! Pode existir tudo ensaiado, em lérias, mas em realidade nada existe e até o velho e acolhedor café do casino que nunca existiu se transformou num armazém de trastes velhos, paredes-meias com o mini estabelecimento médico clínico, transformado em chocadeira de ratazanas. É o mundo da concessionária! As espantosas termas o subtil spa! Quando há dias se foram embora para a freguesia vizinha, depois da Câmara da Mealhada lhes ter permitido enterrar condutas de águas por cinco quilómetros de estradas municipais, dado licenças para transferir bens e equipamentos, apoiado os desejos de desertificação da vila, mantendo sempre as óptimas relações com a empresa segundo a própria argutamente testemunhou um dia destes pelas cínicas palavras do mesmo ponta de lança, deixaram um mundo vazio.

 O mausoléu coube á autarquia fazê-lo para enterrar as termas e a vila. Está feito. Decidiram aquela espécie de políticos sem engenho nem estratégia e sem perspectivas para antecipar em tempo devido o que há muitos anos facilmente se previa, a destruição das termas e do Luso, como lhes era dito. Riam-se de opiniões diferentes, com a vista em cima duns patacos que alguém lhes arranjou. E depois, leviana e inconscientemente juntaram á desgraça a Mata Socrática do Buçaco. E colocaram os amigos, sem mostrar suas vergonhas!

  Mais que ninguém, os eleitos que agora vão sair merecem levar consigo o peso do mausoléu que mandaram erguer na Fonte de S. João! Que as pedras lhes sejam um dia pesadas com a esperança de que não voltem a surgir no município e freguesia gestores com tamanha ânsia de destruir a riqueza que é comum. E com tanta perspicácia para engolir o erro! E não ponho no trato interesses pessoais pois que acredito apenas na força da asneira!

  È o que acontece nas Câmaras, como nos países, quando aos sapateiros se dá, por artes e artimanhas partidárias, viola de tocador! Como poderiam as Termas do Luso sobreviver entre mãos de curiosos sucateiros?  

PS-De facto, a entrega nas mãos dos cervejeiros da HEINEKEN , holandeses de nascença e dos que não querem emprestar dinheiro a Portugal, mas que cinicamente vem explorar o que é nosso levando-nos  vida e alma, foi negociada com uma Cãmara da Mealhada comodamente instalada,apática, incapaz de compreender o fenómeno, desinteressada e incompetente para o assunto. Deixou-se enredar como uns anjinhos nos engodos dos vendilhões das promessas da  SAL. Mas nem Câmara, nem freguesia nem  ministério da tutela se preocuparam com a ida da riqueza por meia dúzia de patacos durantes estes anos todos e vão  mais de dez anos de total incapacidade para gerir a questão. Quizeram prejudicar o Luso? Fica a questão. O negócio vem de há uma dúzia de anos atrás, não é de hoje e como se vê a sua conclusão foi a pior para o Luso e municipio. Quando previ  isto nos tempos edil não quizeram ouvir e muito menos entender, mas venho-o repetindo  desde então na imprensa concelhia.E tudo se vem verificado como o previsto, desde aquela celebrada promessa do Luso 2007 !!!

                                                                          Luso,Março,2013         Àguasdoluso.blogs.sapo.pt        

publicado por Peter às 02:00

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