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ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

15
Jul21

ANTI LUSO-BUSSACO

Peter

UMA POLITICA ANTI LUSO-BUSSACO

DSC_0180[1].JPGAqui podemos ver o monstruoso arranjo ambiental, projecto da Camara da Mealhada, para o centro civico das Termas do Luso. Uma barreira de xisto coberta com rede de arame e coroada por uma mata de eucaliptos, exactamente acima da fonte das 11 bicas e da nascente termal ,ótima sulução! Dois anos levou a obra a fazer. Herança dos eleitos, experts em turismo...de pé rapado!!!!

Há vários anos a esta parte a Câmara da Mealhada tem feito uma política absolutamente anti Luso-Bussaco. Os factos e os actos são duma evidência clara, a começar por não haver ninguém da freguesia no executivo, enquanto a sede do concelho tem três membros a tempo inteiro, o que é  democraticamente escandaloso , evidenciando a falta de transparência e o compadrio dos  “xuxas” (de socialistas não tem nada) deste tempo de tachos e favores. É vergonhoso e ridículo que a freguesia numero um do município, a mais conhecida, a que mais visitantes recebe , a de maior potencialidades no contexto europeu, o unico recurso turístico existente,  ainda que o edil diga o contrário, mais uma bacoquice saloia, igual á construção dum edifício do turismo onde ele não há, num desrespeito total pela indústria e pela gente do Luso-Bussaco, que investe o seu dinheiro num município avesso e incapaz.

DSC_0178[1].JPGAqui, o velho Teatro Avenida do principio do século passado, um edificio com estilo próprio, que a mesma Càmara da Mealhada comprou  há uma duzia de anos , para o deixar cair, como se vê na foto. Resta o miolo sem plateia , palco, desnudado. Outra brincadeira para destruir o Luso-Bussaco, de  edis sem noção nem sentido do que é o território , da cultura e das

A espécie de cidade, que ainda está fora da lei pois não cumpre os requisitos, fez mal aos curiosos que administram o território, cuja única preocupação passa pela compra de velhos edifícios. Nestes tempos dúbios onde saltam á luz do dia casos preocupantes, não se sabe para que se gasta o dinheiro dos contribuintes a comprar sucata do imobiliário para deixar cair. Mas naturalmente haverá propósitos e interesses nisso. Assim se gasta o erário público, tal qual como os sapateiros que querem ir além das chinelas que não lhes cabem nos pés. Há três mandatos que a autarquia não faz nada no Luso, ou seja, fez duas retretes, uma em cada mandato, e agora está a acabar um estacionamento para retirar o visitante da fonte publica e do Luso, quando este espaço de paragem devia ser feito na quinta do Alberto, devidamente arranjada e preparada para a apoio á atividade turística, termalista e hoteleira e de  sustento do comércio.

DSC_0173[1].JPGEntrada do parque do Lago, que está fechado há quatro anos pela câmara da Mealhada. Nesta entrada, pode ver-se a retrete que ali foi feita, bem como os caixotes do lixo. Era ótimo que a Camara fizesse uma entrada semelhante  na  porta de entrada  do seu edificio. Para o executivo , deve ser  esta a excelência no receber  e   deveriam  ser os primeiroa a dar o exemplo nas suas opções !

Mas a municipalidade fez mais, esburacou a barreira do centro cívico e em vez de programar um espaço digno e capaz de valorizar o centro e a fonte, fez um monstro de cascalhos de alguns metros de altura coroados por rede de arame e por uma mata de eucaliptos, como sabemos, a melhor árvore para levar as raízes á nascente publica e á nascente termal. A completa negação do urbanismo turístico. Mais, a Câmara comprou há uns anos o cine teatro avenida e deixou-o cair. Hoje, sem teto, desmiolado, sem palco, tem as tripas ao léu, atestando o péssimo trabalho de executivos onde a incompetência é grande. Há quinze anos que a Câmara desviou verbas conseguidas pelo Luso, mercê da geminação com Contrexeville, um processo que se pode contar hoje claramente, verbas utilizadas pelo presidente da Câmara para processos em tribunal, desviando-as a favor dos cofres municipais e não da freguesia, como foi pensada por quem iniciou o processo no Luso. Não se sabe para onde foram esses milhões de euros, nos anos que já passaram, não há notícia sequer do que faz a autarquia com eles. Para o Luso/Bussaco, a quem eram destinados, seria um ressurgir em força, para o concelho, não se vê para onde foi. Tal e qual como um projeto chamado Luso 2007, que a Câmara trocou pela transferência da água para a Vacariça e que acabou na gaveta. 

DSC_0185[1].JPGMiralinda, antiga Casa do Povo, hoje sem dono. Abandonada desde a sua extinção, não mereceu por parte do municipio  qualquer  ação para evitar a ruina. Assim se trata o património ?  Anti-Luso?  É evidente.! Como há 2,5 milhóes de euros para murtais e não há trocos para isto? Que falta de dignidade !!!!

Pelo Luso a Câmara nunca fez nem faz nada, é vergonhoso o poder local que  gere os dinheiros autarquicos, apagando do mapa o património, o Bussaco que destroi, e o Luso que pelos vistos pretende tirar do mapa. Para comprar quintas na sede do concelho a ex-camaradas,  terão sido utilizados os tostões litro de água que vão do Luso? Os moinhos de Carpinteiros, um rico património da indústria moageira, apesar de haver programas comunitários para a sua recuperação, não merece o interesse do executivo. O Lago está há quatro anos em obras e hoje, em plena época termal, abandonado, fechado e sem iluminação noturna, e uma piscina no parque de campismo nunca foi feita .O Bussaco, retirando os sítios de passagem foi transformado em recinto de romarias e está destruído em muitos dos seus valores. Uma asneira da Câmara sobre um valor nacional que lhe tem trazido prejuízos de toda a ordem, pois as verbas gastas naquilo que não lhe pertence, são uma inconsciência da autarquia que não conhece os limites do poder nem a lei, retirando-as aos munícipes para gastar em terceiros. Opta pela arbitrariedade usando o espectro da partidarite nas suas influências, para não lhe chamar pobreza de espírito. Não mexeu um dedo pelo fecho da estação dos correios, nem dos bancos e quanto ao bloco de fisioterapia, empurrou-a para a sede do concelho. Outro exemplo são estruturas essenciais para os dias actuais, a câmara da Mealhada tem feito parte de um complô do capital estrangeiro contra a freguesia, nunca teve capacidade, nem força, nem vontade, para lutar pela freguesia do Luso, teve sim para apostar nos passos em sentido contrário. Tão bem ou tão mal, que até deixou fugir setecentos e cinquenta milhões de euros do Euro 2004, por simples esquecimento, quando a Junta de Turismo e Freguesia do Luso colocaram em cima da mesa a iniciativa do centro de estágios e quase forçaram a sua execução. Á espera da vontade do executivo, não se fazia! Por quem não tem vergonha de se candidatar de novo a lugares públicos! Para o Luso e o Bussaco, a autarquia tem sido uma Câmara morta, inoperante, incapaz, julgo que intencionalmente apostada em nada fazer. Muitos factos, deixo aqui relatados, segundo francamente os entendo.

DSC_0176[1].JPGA irresponsabilidade de uma fundação , a cinco mil euros mês ao gestor, não conseguiu reparar a porta da Mata  nas escadas do Cinema. Onde está excelência dos escolhidos a dedo? Destruir a freguesia  como a fisioterapia, levada para a  "cidade" ?  Parece-nos que a autarquia câmara é o pior inimigo da freguesia.

Analisando os orçamentos da última década, há um nítido e intencional abandono da freguesia e um atrasar ou meter na gaveta as potencialidades que continuam a existir. Claro que tudo isto se a freguesia tivesse em si o poder de se fazer administrar por si própria, conhecedora como é da sua primeira atividade e sobre a qual adquiriu uma experiência que dificilmente vai mantendo, mercê de alguns especialistas ainda vivos, que a autarquia Câmara nunca levou em conta, nunca utilizou, nunca usou em proveito e no desenvolvimento do território. Não tenhamos dúvidas que com administração própria, um município próprio, o Luso-Bussaco teria ultrapassado as barreiras dum município alheio e poderia hoje comparar-se com Sintra, uma terra de características idênticas, quer morfologicamente, quer pela particularidade se ser um palco do agrado da realeza, bem como da república. O único lugar com história e património, dentro deste território, abandonado por uma divisão administrativa que vem de 1834, por influências óbvias. Com inimizades destas,  estamos garantidos!!!

DSC_3427 (2).JPG

Porque não colocar umas rodas no Palacio e na Mata e levar tudo para a Mealhada e evitar assim o encerramento? 

É impróprio e inadmissivel que um orgão municipal trate desta maneira os   interesses da freguesia, que abandone  o património existente e pessoas, sem  escutar e ouvir os que lutam diariamente  pelo território  termal. Ao contrário, parece que destroem com prazer o que os seculos construiram. Porque não fecham de vez o Palace Hotel do Bussaco? Porque  náo lhe colocam rodas e o levam para as portas do municipio ou para os murtais ???

Nota.: Esclareço que  este post, nada tem a ver com a população  da sede concelhia, mas sim com autarcas que decidem politicamente na autarquie do municipio.

 

13
Out20

MIRALINDA

Peter

miralinda.JPGCasa construída pelo nativo e conterrâneo José Troncho de Melo, médico,provavelmente até pelo pai Manuel Troncho de Melo, nos princípios do séc. XX, está nos dias de hoje em lamentável ruína, sem donos e sem futuro. Diríamos que está em decomposição, apesar de estar situada no centro do Luso, a dois passos de tudo e abandonada por todas as forças políticas , quer da  autarquia cãmara, quer da freguesia.

José Troncho de Melo, nasceu no Luso filho de lavradores com grande folha de bens. Formou-se em medicina na universidade de Coimbra e exerceu em Lisboa, no Luso e no mar, a bordo de paquetes  que faziam as viagens transatlânticas entre a Europa e a América latina. Médico, estudioso, um pouco de cientista, escreveu vários livros. Entre eles Luso-Bussaco Estação de Repouso, Buçaco e seus Horizontes ou Leonor de Lencastre. Na sua época,teve a sua Vida, teve uma  Obra, depois  foi esquecido pela terra que o viu nascer. Foi um homem de carácter , impulsivo, dinâmico , que não esqueceu o seu lugar no mundo que era o seu. Fez conferências em Portugal e Brasil, onde conviveu e colaborou com a comunidade portuguesa e com a família de Melo Pimenta, originária do Luso. Foi presidente da Câmara do seu concelho. Homem ativo e controverso no bom sentido, passava muitos dias nas suas propriedades e fazia prospeção de água, abrindo numerosos poços nos seus terrenos,  no entanto, sem grande êxito na busca,  chegou á conclusão por experiência própria que a vertente oeste da serra do Bussaco é parca de água. Muitos desses poços ainda subsistem nos seus pequenos caudais ou simplesmente choros de água que sobrevivem.  Por ser ativo, participante e polémico, os conterrâneos obsequiaram-no com a alcunha de Ciclone, numa época em que poucos passavam sem um apelido extra, uma alcunha adaptada a um jeito ou um feitio.

A Miralinda foi vendida em meados da séc. XX ao industrial de azeites Correia da Silva, quando construiu em Stª Eufémia uma fábrica de extração de azeites por processos quimicos. Depois de a recuperar e modernizar, este industrial do Porto ali viveu alguns anos com a família.  Depois de moradia familiar, passou a Casa do Povo e finalmente a posto médico da segurança social. Hoje, esta casa está abandonada , entregue á sua própria ruina.

miralinda1.jpg

Por volta da viragem do século,  a segurança social  retirou-se do edficio, que ficou então entregue á última direção eleita ,como propriedade sem dono. Se tivesse sido entregue á Câmara Municipal, poderia ter sido recuperada com apoio da comunidade europeia, direcionada para biblioteca publica, museu de hotelaria ou outro destino consentâneo com necessidades da terra, no entanto, não se conseguindo esclarecer a situação o desleixo e a incuria tomaram conta do bem até aos dias que correm . A vila, além de não ter poder próprio, também passa  pela  falta de iniciativa dos naturais  para lutar por estruturas próprias.  Um museu de hotelaria ou um monumento dedicado aos homens ,estruturas de entretenimento capazes de criar desafios e atrair o turista,  uma entrada na Venda Nova espaçosa e digna , onde a água tenha um lugar de eleição, lutar pela construção da barragem  projectada para o Vale de Ribeira, uma bacia liquida necessária para apoio à floresta e aos fogos, mas também ao turismo, uma  funivia entre o Luso, o Bussaco e a Cruz Alta, uma pista de squi alpino numa encosta da serra, usando materiais modernos que substituem a neve com êxito, como existe Europa fora, uma praia fluvial nas margens do lago que hoje não tem uma utilização que se dirija á industria da terra , turismo e alojamentos. De facto , o Luso habituou-se a ter tudo feito e hoje, quando a crise se instala e fica, não há outras respostas para atrair e fixar o visitante, quando até as falhas do contrato de concessão das termas não se faz  cumprir, algo que é degradante para nós , enquanto portugueses.Os seiscentos euros anuais pela concessão da mina de água termal, foram substituidos pelo nada que fica na vila, pela mudança do engarrafamento da água de Luso , pelo fecho e transferência da sede da empresa para Lisboa e pelo, uma dádiva perversa da comunidade europeia que permite o roubo da riqueza por outros membros da união. pagamento dos impostos na Polónia.

Depois, enquanto existirem cavacos que vendem os bens públicos ao capital estrangeiro, Tap,Cimpor, Galp, CTT, EDP, Central de Cervejas e até a água de Luso e socraticos que dolorosamente nos fazem pagar  as dividas  até às gerações dos nossos netos e bisnetos, mediante contratos faraónicos que fizeram  em favor  de compadres e familias,  e com lucros não sabemos para quem, não existem formas de sair desta agonia que já tem barbas e séculos. Um Portugal no mesmo lodo   da injustiça e duma democracia que tem imperadores no topo dos partidos.

Hoje, o imóvel da Miralinda, como outros palacetes valiosos existentes, vai processando a sua ruína  perante um  poder abúlico, cego, inerte, onde a incuria e a noção do património e das irresponsabilidade que cai sobre os  que se candidatam aos lugares politicos, se limita ao silêncio e á ignorância . Nem a freguesia, nem o município , nem as pessoas naturais e residentes, se levantam em voz ,  para que se faça um aproveitamento digno do imovel antes que se transforme definitivamente nuns restos de lixo urbano.

Quer as termas, quer o nome do construtor cidadão do Luso, Troncho , nem aqueles teimosos que continuam a acreditar na  vila mantendo os seus negócios com extremas dificuldades, merecem  respeito da parte de quem manda.  Esse respeito  ou cumplicidade  vai para os investidores capitalistas  estrangeiros , os que levam a nós, o cidadão comum, anos de vida e  sacos com riqueza que era nossa. Perder o que temos por incúria, é o pior que pode acontecer a um país, quando  não há massa critica nem vontade politica nas  estruturas politicas dess país,  para saber governar decentemente, agora que não há Albuquerques, Almeidas , Castros e Albergarias para assestar  canhões  nas terras indefesas conquistadas. Num concelho pobre de  património, mas muito pior que isso, pobre de ideias, as coisas agravam-se á bolina dos ventos partidários , do seu rei e do seu capelão , quando não é o mesmo. A Miralinda,  situada num sítio soberbo deste pequeno burgo, é  um   exemplo acabado da  brincadeira politica  que gere o solo pátrio.

 

29
Set20

MEALHADA,AUTARQUIA SEM NORTE

Peter

moinhos.jpg  O Projecto dos Moinhhos de Vento de Esposende com 85% de comparticipação

A Câmara Municpal de Esposende está a recuperar  os moinhos de vento da Abelheira , um projecto que numa primeira fase conta com 155 mil euros , comparticipado em 85% ( 22,5 mil euros para a Câmara ) pelo programa PROVERE, no âmbito da Rede de Visitação dos Moinhos. Com a reconstituição fidedigna do património , criará um parque temático destinado a relembrar o processo do grão, do seu tratamento, e transformação. Beneficiará o ambiente, o conhecimento, a cultura e o turismo. No nosso município da Mealhada, onde não há cultura nem turismo, esbanja-se o orçamento na compra de imoveis velhos  e duvidosos e esquece-se um complexo único de moinhos de  àgua , a  cascata de  mós de Carpinteiros, no Luso. E outros bens e inventimentos prioritários.

minhos 1.jpgOutra imagem dos Moinhos de Esposende  com 85% de comparticipação

Esquecem-se as comparticipações comunitárias,os projectos, os bens, os patrimónios  em favor da sucata imobiliária. Um executivo  maioritáriamente da Antes e Mealhada, não percebe o turismo nem a freguesia do Luso que dele vive.  Muitos municipios recorrem a programas que existem para beneficiar os seus territórios, a Mealhada não, esqueceu essa ferramenta, a actividade turistica   e esqueceu as pessoas. O Complexo de Carpinteiros é único em Portugal e com capacidade para recuperar os moinhos para moagem  e para habitação  de tipo rural para o turista interessado. Mas , como se vê, há programas comunitários , só que a autarquia da Mealhada  esqueceu as Termas, mas não esquece as verbas que dela recebe, nem de arranchar lugares para familiares dos políticos. A inutilidade na área do turismo, é patente.

moinhos 3.jpg

Para que não restem dúvidas, aqui está o projeto  de Esposende, aprovado pelo PROVERE

O projecto da Câmara de Esposende está aqui, como  se pode ver, mas para Carpinteiros a Câmara da Mealhada tem preguiça de estudar o  assunto . Os  politicos que temos não prestam, não defendem os interesses das freguesias e das pessoas. E muito menos das Termas do Luso. Fica o reparo, no sentido de alguém aprender a  escolher  os eleitos.

15
Jul20

LUSO, PEDITÓRIO PUBLICO

Peter

RSCN6323[1].JPG

  PEDITÓRIO PÚBLICO   

O Luso  e as suas termas estão tão abandonados pela  Câmara da Mealhada ,  que penso  valer a pena voltar a registar alguns fenómenos, pelo menos para registo futuro, e não ficar a olhar pacientemente  para obras de quem investiu nos últimos oito anos  numas retretes públicas apenas, as do Lago ,que não sabemos se por necessidade, se por gozo com as gentes da terra ! Os Castanheiros estão abandonados, o Bussaco, que ainda  é da freguesia, apesar de ser a descer ,  não o conseguiram levar para a Mealhada nem para a Antes, está numa miséria como nunca esteve e já levaram o posto de saúde   ou acabaram com ele ,por não terem dinheiro para compor o telhado ou qualquer outra anomalia que exige manutenção.   Os utentes vão para a pampilhosa de táxi, que nem comboios há! Uma gestão maravilhosa a favor dos municipes que lhes pagam as loucuras.

Por fim, não por último, na estrada principal da estância de turismo (?) as pedras revoltadas levantam-se do chão e são elas que protestam contra a criançada politica dos paços municipais. Não tarda, cada automobilista que passa, tem que sair do carro e afastar a pedra para conseguir passar, que pelo passeio dos peões já se vai. E curiosamente, é uma obra feita pomposamente pela Câmara, uma tal requalificação do centro histórico das terrras,  á medida de quem exerce funções públicas sem saber o que está a fazer.  E estes políticos, ou  provavelmente emitadores, não percebem absolutamente nada, e sublinho absolutamente nada, de turismo, hotelaria, ou markting do sector.  Tanto ou tão pouco que fizeram  um posto de turismo onde não há turismo , gastando o nosso dinheiro mal  e sujamente. Por outro lado, há coisas inexplicaveis neste concelho, como é o caso da Escola Profissional da Mealhada. Um negócio muito mal contado numa autarquia que no fim do ano não tinha dividas e agora não tem dinheiro para aguentar a Escola. De joia da coroa de muita gente "ilustre" da Mealhada, passou a mal amada , ás vezes comprada e vendida sem transparência e  sem interesses visiveis para o municipio. Um lobby que se vai ou que se transforma ao sabor dos ventos de meia duzia de familias da sede do concelho, aqueles que habilidosamente  procuram empurrar o barco à sua maneira. Sejamos claros. Muita coisa haveria  que explicar nestas trocas e beldrocas onde ás vezes  também se envolvem organismos que deixam duvidas no espirito de quem pensa. E a coisa publica deve ser  tão clara e transparente ,  como um copo de àgua pura, o que não é. O cidadão fica com dúvidas , o pior  inimigo da coisa limpa , haja razões ou não haja.  No principio do ano escolar, foi anunciada a criação do Polo Escolar do Luso na ex-sede da  SAL . Acabou ridiculamente em nada.Sem decoro, sem respeito, sem vergonha!      E a talhe de foice, relembro o caso da pretensão de fechar o  Palace Hotel do Buçaco, que afinal tinha apenas um sensor avariado. Não é viável, nem sustentavel que a Câmara  pretendesse o fecho do hotel, por "burrice ou ignorância" política, muita coisa ficou por dizer  e  tudo por clarificar.  Assim como fica por dizer quanto ao destino que a autarquia dá ao dinheiro que recebe das Àgua de Luso, ou que  diga preto no branco quanto custa ao municipe a brincadeira da gestão da Mata do Buçaco com dinheiro dos municipes, a única fundação dum património nacional a ser paga pela parolice duma Câmara e seus cidadãos !  Quem quis tomar conta duma Mata Nacional que não lhe pertence  nem tem as mínimas condições para manter, fica imune ás razões de tamanho descalabro. Tempestades, ciclones ou tufões,existiram e existem sempre  e as anteriores administrações sempre resolveram. Factos que estes eleitos nem sabem, uns porque não são nativos, outros por infantilidade. Há quem explique isto  engolindo palavras e sílabas  irrepetiveis e que ninguém percebe, enche a boca de sabão para as letrinhas fugirem, já se conhece o método , mas já se viu que a esperteza deu em retórica balofa que não vence nem convence. Na minha opinião de cidadão do concelho, é tempo de acabar com esta pategada política de troca tintas e procurar gente adulta para governar o que pertence a todos, com beneficio para todos. Com transparência e responsabilidade ! Os municipios não são nem devem ser  parte de brincadeiras proíbidas, nem servir  para eternizar as  profissões  que não são.( há quem lhes chame outra coisa!).    Talvez com um peditório público porta a porta se tirasse dinheiro para assentar as pedras da rua Emidio Navarro, porque a verdade verdadinha é que  o projecto ou foi mal feito,ou o empreiteiro das obras excutou mal,  ou a Câmara e os seus canais não fiscalizaram as obras e acabaram por aceitar um mau trabalho,não sabemos razoês. Ninguém errou em todo este processo , ninguém apura responsabilidades, ninguém paga!  Duma maneira e doutra, nós, o cidadão, pagamos! Já foram repostas uma vez e já estão de novo completamente fora do sítio enquanto a edilidade (?)  assobia para o lado! Aos meus conterrânios, os principais prejudicados, só posso aconselhar a continuar a pôr o voto como quem põe um ovo, isto é, nesta gente . Continuem que breve verão a terra completamente destruída.  As intenções são claras, estão á vista! 

 

09
Out19

 A VILA DE LUSO E A TRISTE CÂMARA

Peter

aliança.jpg

D ois anos depois da queda de uma dúzia de metros cúbicos de terra na barreira da Quinta do Alberto, a Câmara retirou os emplastros de cimento que anularam durante duas épocas os estacionamentos da sala de visitas das Termas, no centro do Luso, o que provocou inúmeros prejuízos a toda a gente. A “inauguração “aconteceu no dia 30 de Agosto e esta sala que já foi do município, voltou agora á mesma normalidade, após a triste figura da autarquia e da universidade que, consta, se envolveu no complexo estudo. As ciclópicas obras acabaram de vez, apesar de tudo ter ficado na mesma. Nem mais um metro quadrado, um posto para estacionar, um candeeiro de iluminação, um banco ou um caixote do lixo. Mais nada. O zero absoluto produzido pela política com 140 mil euros, uma pequena fatia do que recebe anualmente a autarquia das Águas de Luso, quantia que caberia à freguesia das termas e ao seu desenvolvimento usufruir.

Já disse aqui que na mão dum ex-presidente de Junta de Freguesia, a limpeza do local não demoraria mais de um, dois dias, mas a gestão camarária demorou dois anos e recuperar morro e praça, sem olhar, minimamente, aos interesses da terra ou aos desejos da gente. Um centro termal que já foi do município, merecia melhor tratamento que uma barreira de estradão e uma rede de pesca, merecia sim um enquadramento urbano adequado. Disto porem, a triste Câmara tem nenhuma consciência, o que a leva a tratar o território sem respeito pelas pessoas e pela atividade que pode criar riqueza para o concelho. E vejamos o rol das distrações e incapacidades.

No caso das Termas, reduzidas a Spa de um hotel, a autarquia coloca-se ao lado da unidade hoteleira das águas e esquece os outros agentes locais ou as pessoas que teimam e subsistem na área. Colaborou, é preciso relembrar, na redução das termas para 500 metros quadrados e com a venda do balneário de segunda, reduzindo a área termal a pouco mais que nada., em paralelo com o aval à deslocação do engarrafamento e sede para fora do Luso, sem qualquer contrapartida, como se vê agora. Outras verdades são que a autarquia nunca levantou a voz em defesa do termalismo, embora as termas tenham sido impulsionadas por dois grandes mealhadenses, Costa Simões e Messias Batista. A Câmara nada disse pelo fecho dos correios, nada fez por estudos conducentes á recuperação ou reconversão das velhas pensões, pelo aproveitamento da linha de água e do núcleo de moinhos de Carpinteiros, o maior do país, pelo problema da falta de estacionamento crónico e o lago, destruído há dois anos, continua destruído. O cinema, sem teto e a céu aberto ou a casa da Miralinda, ex-casa do Povo, a ruir, são fotografias tristes da inocuidade autárquica, em termos políticos, uma avestruz festeira de cabeça enfiada em areias movediças. Uma pequena piscina no parque de campismo, prometida e nunca feita, continua em promessa, e o fabuloso parque industrial de Barrô, uma aldrabice arquivada. E não esqueçamos a ridícula tentativa de fechar o Palace Hotel do Bussaco levada a efeito pela Câmara e pela sua presidência., uma obra de arte da imbecilidade da politica!

Acrescentemos a Mata Nacional e o estado de abandono a que está votada por uma fundação de família partidária, e teremos a imagem indecorosa da maneira como Estado e Câmara encaram património do País. A classificação pela Unesco está longe e o negócio em que transformaram o templo botânico que era a Mata Nacional, arrasa árvores espalhadas pelos 105 hectares da Cerca, acácias, silvados e vegetação vária que invade espaços e interrompe caminhos e veredas, uma lástima vergonhosa e suja. Se a Câmara queria destruir o ativo botânico, A Mata Nacional, conseguiu-o, duma forma incompetente e irresponsável. Basta um passeio pela Cerca Buçaquina para tomar consciência da “barraca” de tiro ao alvo em que transformaram o espaço. A floresta que chegou a ser a menina dos olhos do Ministério da Agricultura é hoje um triste retrato do que foi. Nem Governos, nem a autarquia, um pigmeu em bicos de pé , estão de fora do descalabro ou da incapacidade no que toca ao Buçaco. Basta dar um passeio pela floresta e verificar o -abandono em que se encontra. O estado da Mata Nacional, que foi um dia joia da coroa do Ministério da Agricultura, é hoje uma vergonhosa obra de políticos que se desresponsabilizaram a favor de autarquias e seus polvos tentaculares. A freguesia do Luso vem sendo delapidada inconscientemente por uma gestão municipal que não está á altura de preservar os bens que tem, quer na sua manutenção, quer no desenvolvimento das suas potencialidades.

Luso, Setembro, 2019

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04
Jul19

O RATO DO ALBERTO

Peter

RSCN5760[1].JPG RATO DO ALBERTO ou A MONTANHA  PARIU UM RATO

Se o abandono do Luso, das suas gentes e das suas Termas necessita de mais alguma evidência, esta do arranjo da barreira que a chuva fez no inverno de há dois anos é o último pregão da arruaça política que a geringonça da autarquia concelhia tem feito na freguesia. Não só pelos dois anos de espera pela retirada duns poucos metros cúbicos de terras que levariam uma manhã para limpar os passeios, como pelo empreendimento subjacente que levou tão doutos autarcas ao concurso duma universidade para desenhar os projetos da remoção das terras. Obras “ciclópicas” como se pode ver, os resultados á vista são, como na montanha que pariu o rato, o regresso ao estado anterior. Nem um banco a mais, nem um metro de alcatrão á frente, nem um estacionamento de forma a libertar espaço para quem visita a terra. Esta é a realidade concebida e mandada executar por aqueles a quem pagamos chorudos rendimentos para gerir o nosso território, rasgando sem qualquer respeito ideias e estudos anteriores. Antes da obra, argumentou a câmara que um dos perigos a prever nos arranjos seria a existência de grandes quantidades de água no subsolo o que desde logo deu, a quem conhece o local, a ideia clara e exata da ignorância e irresponsabilidade dos governantes locais. A extravagância do disparate não tem senso nem limites. Agora convém perguntar pelas nascentes, pelas cascatas e pelos grandes caudais que dali nascem e são canalizados, talvez secretamente para lugar secreto. Mas não estão à vista. Água onde se afoga o ridículo de afirmações políticas fruto da infantilidade de comunicadores eleiçoeiros e intencionais. 

Este é o modo como os autarcas tratam os interesses dos munícipes envolvidos, dando-lhes festas e festanças com o dinheiro de todos, tentando manter-se empoleirados nos galhos do poder e suas influências sem resolver os problemas. Mas não ficam por aqui as desgraças da terra e das termas, a quem o executivo municipal atual passou um atestado de morte prematura desde que tomou posse há dois mandatos atrás. Como há tempo é sabido por todos e pela câmara, a água da fonte de S. João está inquinada, o edil até já mostrou isso num filme, mas tal não é prioridade para os autarcas, presidente incluído, como primeiro a responder pelo ambiente e saúde dos habitantes. Interessa-lhe sim festas e votos! E se falarmos do lago e das suas obras, piscina incluída, cuja finalidade e reabertura foi galhardamente prometida pelo mesmo autarca para o Verão corrente mas, neste segundo aniversário do seu fecho acabamos por saber que as obras estão simplesmente paradas porque em vez de arranjar o lago, destruíram a impermeabilização dos seus fundos, preparados, quando da sua construção, para reter  a água na sua limitada bacia hidrográfica. A história do lago afinal é um precipício de asneiras políticas e técnicas, caladas com festanças de vária ordem para animar toda a gente e esconder os erros e pobreza duma gestão de medíocre qualidade. E já não se fala na Mata Nacional do Bussaco, que também é da freguesia, em continua destruição desde que a fundação camarária que preside ao complot político se imiscuiu irresponsavelmente no património do Estado. O resultado é visível e a Mata Nacional nunca esteve tão degradada em alguns séculos de existência, como hoje, nem tão mal entregue como a uma fundação de base socrática a comungar dos mesmos vícios e privilégios do patrocinador e padrinho. De tal sorte que o presidente da  Câmara já recontruiu dez ermidas onde só existem sete !!! 

Hoje, a freguesia foi despida pela câmara da sua componente turística que há quase oito anos que não mexe uma palha pela sobrevivência da atividade. O abandono é total. Apesar do estabelecimento termal ter aceitável qualidade, a sua dimensão que foi propositadamente reduzida com o aval autárquico por razões nunca esclarecidas, não é suficiente para dinamizar os espaços que foram perdidos por gestões politicamente fraudulentas e contrárias aos interesses do território e do cidadão. De mão dada com os concessionários por razões ignoradas , o compadrio político da autarquia  em  lugar de lhes exigir a animação termal, colabora com eles na ocupação totalitária dos espaço durante a época termal. E dos dinheiros que  anualmente recebe por cada litro de  àgua vendida, nenhuma informação, como manda a lei, ao municipe .  É legitimo perguntar e ao mesmo tempo duvidar da aplicação das verbas , pelos menos um indicio de má fé e de falta de rigor que devia ser esclarecido. Mas vivemos assim, num conluio de interesses politicos de vária ordem  e complicação que só  o génio das mentes que aqui politicamente governam, são capazes de digerir e sabiamente interpretar !!!! O meu aplauso para os conterraneos que civicamente se dirigem á assemblia municipal  e recebem murros na mesa ! E vem-me á ideia a crise académica de Coimbra nos tempos de Salazar e as assembleias forjadas. Ainda lá não chegamos, vamos apenas a caminho....

Mais umas festas  com o dinheiro de todos nós, e toca a dançar e a bailar !!!!

unho,12,2019   aguasdoluso.blogs. sapo.p

06
Abr19

ANTIGUIDADE FUTEBOLÍSTICA

Peter

IMG.jpg        

Esta é uma   equipa do Clube Desportivo do Luso fotografada no campo do Valinho .

Dos onze jogadores aqui presentes, aos quais se junta o Antero, massagista, restam três sobreviventes,

embora já não joguem. O mais pequeno do trio em  estatura é o guarda redes, o Manel  "Lapin" , 

os outros são o Manel,  mas Furriel e o António Rocha. 

À esquerda da foto , na parte  posterior, vê-se  parte da equipa principal . a preparar-se para a pose.

A fotografia é do "Lapin" chamando-lhe agora  a equipa dos três.

Como se vê,  nas bancadas há muito publico sob a sombra dos pinheiros.

O ano em que isto aconteceu, ninguém se lembra.

03
Abr19

DELFIM

Peter

delfim.jpg

Nesta fotografia , com data de 1963, podemos ver a Maria Aurora, o António Santos 

e entre ambos o monge Delfim de Vinhais , representado na revista Alto Lá Com Isso

no Teatro Avenida . Fez o papel de eremita o António Rocha , como se vê na foto.

O monge , frade, ou peregrino apareceu por aí no fim  do Verão montou um fogão no

mercado e cozinhou caldo de pedra para as suas refeições, mas  foi acrescentando

á sopa o produto das ofertas. No fim, o caldo era  de tudo menos de pedra. 

 

 

25
Mar19

HÁ 70 ANOS AQUI PRENDERAM CUNHAL

Peter

ac.jpg

Eram cinco da manhã,do dia 25 de Março de 1949,  noite cerrada, o silêncio sepulcral espalhava-se por toda a povoação como a própria neblina se espalha subindo do sopé até á Cruz Alta, o ponto mais elevado, que fica escondida por horas e horas de madrugada enquanto, diz a gente do Luso, os frades cozem o pão.

O dispositivo político militar apertou o cerco. À frente dos verdugos, Gomes da Silva, um homem já conhecido da oposição e de Militão  Ribeiro que já tinha passado pela prisão do Tarrafal. Estavam O Gouveia, o Passos, o Mortágua , a nata dos torciários á frente dum corpo da Guarda Republicana armado de metralhadoras  prontas a disparar...

( DO LIVRO INÉDITO ÀGUAS DE LUSO E OUTRAS HISTÓRIAS )

27
Fev19

BURRICADA

Peter

 

burros.jpg

Burros preparados para uma burricada em frente ao Gande Hotel da  MATA

nos anos de 1900-1905.  Explorava o hotel o suiço Paul Bergamin , que a 

partir de 1907 tomou conta do  Palace com o nome de Grande Hotel do

Bussaco. Em 1920, dirigido por Alexandre Almeida passou a chamar-se 

Palace Hotel do Bussaco , nome que mantem até hoje.

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