Sábado, 9 de Setembro de 2017

FAVELA

DSCN5199[1].JPG

Não, não é uma favela do Rio de Janeiro mas uma

paisagem turistica aqui bem perto de nós, no

coração das "ditas" termas...ex do Luso....deste

Luso que não nos deixa de espantar....com

o seu turismo festeiro..

publicado por Peter às 18:30

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Domingo, 20 de Agosto de 2017

ENGOLIR SAPOS VIVOS

 

DSC_0011.JPG

Na sala de visitas das Termas do Luso , esta obra prima destaca-se

N o estranho mundo partidário, os barões, á boa maneira lusitana, candidatam-se aos lugares políticos num caricato absolutismo como se fossem representantes exclusivos da democracia, da sabedoria e do poder. Neste caso do poder, ele de facto está tão mal repartido e exercido que a rua é o seu lugar, a influência o seu exercício, a dependência a sua autoridade, a irresponsabilidade a sua filosofia, a traficância o meio.

Não bastando a falta de compromissos qualificados e quantificados perante os eleitores, uns candidatos de Pedrogão Grande, onde recentemente se representou uma tragédia nacional de graves consequências, “marimbaram-se” para os militantes partidários e escolheram-se a eles próprios para candidatos às eleições. Os militantes revoltados queixaram-se, com razão, que serviriam apenas para pagar cotas e a coisa veio nos jornais mercê da visibilidade actual daquele concelho. Parece ser o Costa que vai apagar o fogo!

Curiosamente, o mesmo se passou no partido que detém o poder no município da Mealhada. O candidato a candidato, ao mesmo tempo presidente cessante com quase quarenta anos de tarimbeiro, se é que isso significa alguma coisa, escrupuloso quando Lisboa democraticamente o associou a uma candidatura, acabou por meter a viola no saco e fez o que fizeram em Pedrogão, proclamou-se candidato sem a opinião dos militantes e  aval dos órgãos próprios, como primeiro referiu quando lhe convinha armar-se em democrata. Para os militantes  não foi um grande exemplo da democracia que se cultiva no seio destes açambarcadores de poder, arautos dum paraíso concelhio que não existe, apenas apregoam, com assessores que o erário  público paga a favor dos seus propósitos  políticos. Há exemplos. No dia 2 de Agosto, um cheiro nauseabundo de pocilgas percorria a Mealhada para receber os clientes da fileira do leitão, mas o fenómeno fica na gaveta das omissões, não vá prejudicar os candidatos que não mexeram uma palha para resolver a questão que se arrasta há muitos anos. Tal como escondem ou não divulgam os dados oficiais sobre o turismo no concelho, todos eles coincidentes no retroceder das receitas nos últimos anos, bem como da diminuição da oferta de quartos e outros serviços, uma resposta inequívoca à incompetência que grassa na política levada a efeito nesta matéria pelo edil do turismo, o próprio presidente da autarquia, ou a situação actual das Termas do Luso, onde os balneários, em pleno Verão e mês de Agosto estão praticamente “às moscas” como sói dizer-se e a terra é invadida por romeiros de fim-de-semana a que chamam turistas sim, mas de pé rapado e garrafões na mão que nada deixam de riqueza no local. Esta é de facto a triste realidade a que chegou o concelho com um edil do turismo mais apostado na omissão das verdades que na procura de saídas para os problemas grandes e graves que o município enfrenta. Bastam-lhe “barbaridades” gratuitas como o não destino turístico ou o acabar da marca Luso-Buçaco que tem século e meio de existência e que hoje pretendem substituir por Mealhada-Buçaco para fazer da sede do concelho aquilo que não é. Esta sofreguidão irracional só tem trazido prejuízos ao território e não pode ter futuro sustentado porque lhe falta exactamente a sustentação de meios. A massa crítica nesta matéria é muito pobre e aquela que existe, fruto dos 150 anos de actividade termal, reside nas termas e é cuspida para fora da carroça do poder. Os destinos turísticos não se fazem a martelo e a picão, como se pensa na autarquia, são fruto do meio, do tempo e da experiência que se adquire em anos e anos de trabalho árduo e cujo saber e cultura tem que ser respeitado e aproveitado. Aqui, em vez disso, delapida-se por inveja ou por ciúme o saber acumulado. A total irresponsabilidade!

Outro tanto é a incapacidade autárquica junto do poder central no sentido de fazer cumprir ou renegociar a concessão da água, cujo contrato, que envolve o desenvolvimento do complexo termal, não está a ser rigorosamente cumprido. Estratégia turística para o concelho não há e a única que funciona vem da aposta na área desportiva na sequência do Centro de Estágios, uma estratégia que nasceu no Luso e não na cabeça ôca dos autarcas camarários, como hei-de relatar.

Não contente com estes fenómenos o candidato convidou para o seu elenco partidário gente do PSD, o seu real inimigo, não se sabendo hoje quem é quem dentro das listas que amanhã irão a sufrágio nem os “complôs” que sustentam estas manobras “maquiavélicas”, troca-tintas de quem disse cobras e lagartos dum partido, o socialista. Jogos de traficâncias políticas ou de troca de favores em que o candidato é perito, dá-nos ensejo para pensar que o PSD tem duas listas, uma própria, outra por procuração, casos da Mealhada e o do Luso, onde o partido, por escolha do “candidato senhor e amo” e não das dezenas de militantes locais que pagam quotas, continua a apostar no PSD. Quem quiser votar no partido socialista neste concelho, tem pois que engolir sapos e lagartos para seguir as bizarrias dum eterno candidato que só cai com a cadeira.

Por sua vez a autarquia , infelizmente um dos maiores empregadores num município onde a riqueza é escassa e pouco retributiva, tem um orçamento apetecível para o meio e como tal é objecto das influências da polítiquice local, perante um pequeno círculo de vinte mil habitantes. Não é segredo para ninguém que os partidos fora da área do mando têm tido dificuldade em compor as suas listas, exactamente porque as pessoas se desculpam com o emprego precário deste e daquele familiar que as autarquias, as fundações, as seitas e outros compadrios mantêm á laia de favor. O medo de represálias, ainda que o voto seja secreto, vive-se, alimenta-se e impõe-se hoje, exactamente como nos tempos de Salazar, uma vergonha nascida da municipalização impreparada e imune a que assistimos e que funciona em roda livre e profissionalizada por amadores bem pagos. A democracia rasca ou de low- cost  onde a transparência é nula.

Tenho andado a escrever há muito tempo nestas meras crónicas pessoais que a Câmara nunca terá dinheiro suficiente para recuperar o Buçaco, e na semana passada, o candidato e ainda presidente de um mandato onde não fez absolutamente nada para além de manter em serviço as mordomias das festas, reconheceu perante o novo secretário de Estado das Florestas em visita á serra, que não tem esse dinheiro para recuperar o património do Estado, e não terá nunca acrescento eu, que ando neste mundo há tempo demais para acreditar em milagres e promessas de tarimbeiros relapsos. Patético, simplesmente patético, este reconhecer forçado duma realidade que logo na altura se mostrou á evidência não ser possível e cujo desfecho se ficou a dever á própria Câmara que recusou do Estado a comparticipação, optando por meter-se num sarilho donde não pode facilmente sair, um erro imperdoável que nos tem custado caro em termos financeiros e patrimoniais. Registe-se que por tal motivo esta é a única fundação que não recebe do Estado qualquer verba.

Para acabar, outra coisa que me cheira a mofo e bolor nestas fanfarronices eleitoralistas, são as comissões de honra, algo anacrónico num tempo desmultiplicado pela digitalização da fibra óptica, smartphones e hologramas! Quando era novo e participava na organização de bailes, presidiam o Messias, o Figueiredo, o Melo, uma garantia á virgindade que hoje não se usa por escassez de donzelas !  Esses remakes dos salamaleques e da camisa TV são fenómenos absolutamente desparasitados, faziam parte integrante do espirito dum Estado Novo que morreu velho ou não morreu.  Acho-as coisas obsoletas, doentias, expressão dum saudosismo que as sociedades actuais já não interiorizam nem com alma nem com razão. Como me cheira igualmente a traça e bafio aquela gente da minha terra que assume cargos políticos para bronzear os dourados e nem sequer abre a boca na defesa do lugar onde nasceu. Honradamente quem vai para pagar jeitos com a boca do silêncio, era melhor abster-se, também honradamente. Uma retrete em quatro anos é um péssimo serviço prestado e no entanto há quem goste!

 O mundo  mudou há muito tempo, aqui nada mexeu!

Luso,Portela do Picado, Agosto,2017                                Águasdoluso.blogs.sapo.pt

publicado por Peter às 18:07

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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017

FOGO QUE ESPREITA

 

RSCN5188[1].JPG

Como se pode ver pela imagem a floresta selvagem 

frente ao Parque de Campismo do Luso  coloca em

perigo aquela estrutura turistica. Propriedade da

Câmara  da  Mealhada, este terreno , juntamente

com a Mata Nacional do Buçaco e os recentes fogos na

freguesia de Barcouço, ilustram bem as preocupações

e os cuidados que  autarquia dedica á protecção de

pessoas, de bens , de  interesses turisticos e

económicos do concelho.

Primeiro as festas e romarias que dão votos, depois

tudo o resto. Porém, vive-se no depois e não no antes.

Imagine-se o que seria se  esta não fosse uma

autarquia exemplar!!!!!!! (imagem de ontem)

 

 

 

 

 

publicado por Peter às 10:53

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Sexta-feira, 18 de Abril de 2014

PATRIMÓNIO

 

 Esta casa suponho, é um património, praticamente ao

abandono.Trata-se duma casa de época , de estilo,

data da construção do Palace do Buçaco e é no Luso.

Tem recortes  e cantaria dos construtores do pavilhão real.

Uma das palmeiras, à esquerda pode observar-se o topo,

está podre,parece que atacada pelo escaravelho do Egipto,

e em perigo de ruir, provavelmente sobre a casa.

Neste  país a saque, não tem qualquer importância!!!!!

Aproveitei o sol para mais um registo, qualquer dia,  

pode não ser possível. É Portugal!!!!!!!!

Curiosamente, para a Câmara da Mealhada, que é quem 

manda cá no burgo, o barraco que lhe fica adjacente,

do qual junto uma imagem, é uma eventual obra de arte!!!!

Interpretações que o cidadão respeita, evidentemente!!!!!!

Como se pode ver, a eventual (?) obra de arte

protegida pela Câmara da Mealhada fica-lhe adjacente ...

e no meio do passeio dos peões!!!!!!

publicado por Peter às 17:11

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014

ASTÓRIA PASSOU Á HISTÓRIA

 Astória, a última pensão ...fechou as portas.

Cá está uma imagem da última pensão fechada.

O peso da crise e do desinvestimento irresponsavel

segue o seu caminho demolidor até à destruição total.

No caso presente, não passou de Janeiro de 2014.

Uma Astória que passou à história !!!!

publicado por Peter às 18:44

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Sábado, 17 de Agosto de 2013

UM LUSO POLITICO

 

 

 

Há Mais de um século, o inicio do ciclo da água

 

Opoder de vez em quando muda. Mesmo o poder rotineiro muda, por acidentes de cadeiras, por uma lei limitativa, ou por outra razão qualquer, acaba. Temos um desses a terminar no concelho e os protagonistas a arrumar as malas, sacudir as teias que já apodrecem pelos bafiosos sótãos das casas municipais, para deixar os cadeirais do mando. Na minha perspectiva de cidadão do município os que vão sair não deixam saudades, na qualidade de cidadão do Luso, deixam atras de si o maior desastre por que a vila termal alguma vez passou nos seus séculos de existência.

Estes dinossauros sem osso manifestam á saída as serôdias saudades, duvidam da lei que os manda embora e despejam em obras desnecessárias os cofres da autarquia, não venham os vindouros a beneficiar das poupanças que fizeram para começar em grande. O mais provável será a troca fazer-se entre amigos partidários, o que nos leva a concluir que com amigos assim se pode confiar plenamente!

Numa recente entrevista o presidente cessante afirmou que nos últimos 40 anos a Mata Nacional do Buçaco nunca esteve tão bem tratada como nos três ou quatro anos que leva da chamada fundação. Eu digo que se existisse um livro de anedotas concelhio, esta afirmação teria lugar destacado entre os disparates do ano e demonstra claramente o nulo conhecimento dum homem que esteve dezenas de anos em funções de responsabilidade no território. De facto é preciso não ter a mínima noção do que foi, do que é e do será o Buçaco, a sua floresta e o seu património! Ter passado esses anos por cargos políticos no concelho sem ter percebido nada do que se passa á sua volta é deprimente.

Também não percebeu o nó ferroviário da sua terra ou o insólito campo de golf á sua porta, dinheiros públicos gastos em utópicas brincadeiras sem sentido nem lógica e de execução menos que provável. Mas o descalabro total, além do gasto dos dinheiros públicos na compra de ruinas de imobiliário de duvidosa utilidade, foi, como tenho dito, a falta de estratégia politica para o Luso, embarcando levianamente em promessas que se traduziam em verdadeiros engodos que sempre apoiou. Ajudou activamente a acabar com as termas clássicas, participou na liquidação flauteada do Bloco de Fisioterapia, colaborou no fecho da sede da concessionária e dos seus escritórios, da fábrica do engarrafamento do Luso, facilitando, sem contrapartidas negociadas, tudo o que a empresa pretendeu. Baniu do Luso o maior empregador que foi deste concelho e iniciou na sua visão estalinista a destruição do Buçaco.

 Depressa o descalabro dos políticos foi acompanhado pela derrocada de quartos, da falta de termalistas, pela implementação do turismo de pé rapado no Buçaco. Esqueceu o património Unesco, tirou o parque de campismo dos circuitos, abandonou vergonhosamente a Av.do Castanheiro, assistiu ao fecho da CP, dos correios e destruiu uma excelente escola para construir outra em cima dela. Dois hotéis foram engodos eleitorais, a Lusoinova uma pasmaceira de fábricas de sabonetes, perfumes e loções?

Rir? Chorar? Tanta falta de respeito com o dinheiro dos nossos impostos!

Hoje, é claramente perceptível a equipa que vai entrar. Tem timoneiro, é certo, mas não percebo, na minha ingénua incomodidade, por que razão vão ser votados e eleitos dois edis que colaboraram activa e conscientemente em todo este lamentável processo de destruição do Luso e do Buçaco. Leiam na net as actas da Câmara e saberão o que eles votaram e disseram. Ou não disseram!         

Será um prémio? Contrato profissional? Arranjismo ? Do timoneiro, esperava sinceramente melhor argúcia e bom senso. Não acrescento mais nada, mas que a falta de ética política é muito grande, é evidente !

Luso,Agosto,2013

 

 

publicado por Peter às 12:29

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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013

AGUA QUE NO LUSO NASCE

A Água de Luso lançou um novo rótulo em papel prata e uma nova cápsula para as garrafas de vidro (1L, 50cl, 25cl), com o objectivo de consolidar o “posicionamento premium, e reforçar a elegância e sofisticação da marca, no segmento de restaurantes, hotéis e bares”. Na parte nobre da embalagem salta à vista a data de fundação da Luso – 1852 , lembrando a origem centenária da marca da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC). Além da imagem renovada, o verso do rótulo conta ainda com uma criatividade alusiva à Malo Clinic Termas Luso, convidando o consumidor a visitar o site e a conhecer os benefícios deste espaço na Vila do Luso. Em 2013, a Água de Luso, foi premiada, pela quinta vez, com o mais alto galardão do Monde Selection de la Qualité, a Grande Medalha de Ouro, prémio que recebeu consecutivamente nos últimos quatro anos. Com captação exclusiva na zona da serra do Bussaco, é a única “Marca Produto Certificado no Mundo”, garante a SCC.

Renovada a imagem da garrafa, premiada

pela pureza, porém o Luso onde está a nascente,

não recebe um tostão da riqueza que daqui levam.

(não se pode utilizar outra expressão)

São holandeses, liquidaram as Termas,liquidaram

a terra, matam aS PESSOAS.

Os pobres governos de Portugal olham de cócoras,

vendidos  ,(vendem tudo até à honra) ao estrangeiro.

De que vale a riqueza se a entregamos aos outros

de mão beijada?

publicado por Peter às 20:06

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Domingo, 2 de Junho de 2013

GOLPE NOS CORREIOS

 

Por esta velha fotografia se pode  verificar  a existência

dos correios nas Termas do Luso, desde tempos  antigos

uma estrutura indispensavel numa terra que vive do

turismo e da industria hoteleira.

Na ânsia de destruição que assola os portugueses e o que

lhes pertence, foi fechado na última semana de Maio

numa espécie de golpe de mão  pela calada da noite

sem conhecimento da população local.

A "excelência" de oportunos admnistradores talvez do tipo

Zé Telhado (um bom homem, apesar de tudo)) deu mais

esta machadada na freguesia.

Ninguém ouviu o protesto ou o choro de politicos !

Estarão comprometidos  com os sucessos??

A destruição sistemática das Termas continua com

total impunidade...e do país, evidentemente.

 

publicado por Peter às 19:55

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