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ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

31
Jul18

A BELA LIGÚRIA E O TURISMO GRAVETO

Peter

 

RSCN5398[1].JPG

 

 Dúzias de deslocações intra-europa , apesar de se traduzirem por viagens curtas que não excedem no máximo as três horas de avião começam a tornar-se tão repetitivas quanto maçadoras, não a viagem em si mas os apêndices ao trajeto principal , cem quilómetros para atingir o cais de Pedras Rubras ou os duzentos de Orio al Sério a Milão e á Ligúria, verdadeiramente á Bela Ligúria. A região é das mais pequenas da península itálica, mas não deixa de ser das mais belas, uns quilómetros de costa mediterrânica entre Monte Carlo e Pisa, com locais como S.Remo, Albenga, Noli, Génova , as pérolas de Santa Margarita e Portofino , Sestri Levante e as  Cinco Terras, esse soberbo património humano e ambiental hoje quase  tão invadido como a famosa torre de Pisa ou a Santa Maria della Grazie de Florença.

De facto, se há quinze anos podia meter-me no comboio regional e visitar o património aldeia após aldeia com comodidade, hoje tenho que reservar o bilhete no comboio especial que faz em continuo o Génova Cinco Terras e volta , incluindo a entrada e o percurso pedestre entre as escarpas penduradas nos Apeninos lígures donde se abarca toda a beleza duma  chegada genuína a cada povoação. Verdadeiras joias da arte na transformação do ambiente duro e hostil em paraíso que leva milhões de visitantes aos vários patamares onde se amontoam pescadores que não ultrapassam os cinco mil habitantes. Uma mistura onde estes ficam a perder ante os dois milhões e meio de turistas que ali chegam todos os anos e que as entidades monitorizam para controle, defesa e viabilidade do património do parque. Mais abaixo, na linha costeira recortada por angras e enseadas um mar sereno e límpido esconde os pequenos cais onde aportam os barcos, as únicas entradas que, juntamente com o caminho de ferro que túnel após túnel perfura os Apeninos, dão acesso a cada povoação. Comboio e barco, barcos que partindo do porto de Génova, do porticello de Nervi, do pesqueiro de Camogli , Sestri ou Lavagna , atingem  as cinco aldeias do percurso  e que mediante um único bilhete nos dão total liberdade para entrar e sair onde nos aprouver oferecendo ao visitante a segurança e liberdade para se deslocar.

Eu, que  participei alguns anos na gestão dos nossos modestos recursos turísticos e durante a vida convivi com a indústria da terra onde nasci, tenho hoje muita dificuldade em compreender e falar do nosso turismo ,não por serem recursos diminutos quase insignificantes em relação ao continente europeu onde esta zona se insere, a Riviera italiana, mas pela forma displicente, leviana, demagógica e irresponsável com que são tratados e entregues sem qualquer noção do seu valor á anárquica gestão das autarquias , de todo incompetentes nesta área de importância vital para o país.

Políticos que hoje, na sua impreparação para gestores, querem abarcar funções dum primeiro ministro dentro  das suas cidades paróquia e para quem o turismo é a festa de S. Torcato lá da terra que já absorveram pelo orçamento da “cambra”. Um circo de ingénuas mordomias mais para chorar que para rir. Abandonada duma forma cega e muda por meia dúzia de “tachos” à moda antiga, a economia turística foi arredada dos governos por conta das  redes de partidos mata borrão e não de profissionais competentes e acabou-se com o ministro da tutela numa atividade que, mesmo pessimamente gerida e abandonada pelo Estado,  contribui com a maior parte das divisas que este país arrecada todos os anos, de longe a mais rentável industria nacional  que urge sustentar, incentivar , qualificar e aumentar.

Num pobre Portugal isolado no penúltimo lugar da miséria europeia a vinte e oito e que deve á conjuntura da moda destes últimos anos o crescimento do sector do turismo e por consequência o ganho de alguma credibilidade perante os 128% do estrondoso rácio divida / pib, o que se faz??? Aliena-se a gestão pelas capelas, sem estratégia, sem rumo, sem objetivos, sem resultados sem rigor, ao deus dará de autarquias que só pensam em festas para “animar” a malta que lhe há-de pôr os votos na urna como as galinhas dão ovos. E a verdade é que um país não é exatamente a capoeira dos futebóis, mas um acerbo sério de todo o cidadão que precisa de sobreviver e viver fora do chapéu milionário da política e dos políticos.

Ora, além do absurdo e loucura  desta aberração , caminhamos  absolutamente no sentido contrário do que me parece devia ser feito, o não destruir estruturas já experimentadas e experientes por anos sucessivos de assimilação, cruciais e indispensáveis na sustentação do país e de estratégias urgentes em tempo  e objetivos  definidos na senda de  melhorar os meios e nunca anarquizar a gestão entregando a trezentos e poucos reis mangas de alpaca  as trezentas e tais definições do que seja o turismo e o turista. Não é com ralés partidárias, imunidades e compadrios donde fogem os cidadãos honestos e melhores qualificados que se reconstrói um país. E na área do turismo pela sua importância , peso na economia e potencialidades  deveria manter-se uma estrutura de nível nacional capaz de fazer uma gestão nacional de proximidade com estratégias, objetivos , com rigor  e com flexibilidade para se poder alterar a cirurgicamente  o que for preciso mudar. Um ministério apostado estrategicamente com profissionais capacitados, gente criativa, inteligência e vontade de erguer um sector com grandes potencialidades nos tempos que decorrem. Deixar este trabalho nas mãos de autarquias requentadas em asneiras e vícios vai ser estagnar no campo do turismo desbaratando oportunidades permanentes de criação de riqueza. O turismo não é o S.Torcato lá da terra nem a panaceia para tudo  e qualquer coisa. Nem são as galinhas dos ovos de ouro ou o património da Unesco que constroem as vias do turismo. Estas, podem abrir caminhos, proporcionar ocasiões, criar oportunidades, mas cabe ao homem, ao seu trabalho, á sua seriedade, á sua honestidade, sabedoria, profissionalismo e sentido do dever, o levar o sonho em frente. Sem as traficâncias e armadilhas dum regime que se deixou adormecer na vida fácil de políticos incapazes, apostados nas suas reformas milionárias e em festejar o imaginário pródigo e próximo que nos levou á ruína em que estamos.

Se as Cinque Terre que conheci há quinze anos fossem pelos caminhos dos compadres, dos padrinhos e das máfias partidárias, não estariam na via acelerada dos três milhões de turistas que não duplicam num ano porque se quer sustentada a economia das pessoas e manter vivo o parque respectivo. Em nada comparável ao nosso anedotário nacional. Por isso sinto sempre dificuldades em fazer comparações porque na maior parte das vezes nada há a comparar!

Nervi,Ligúria, Itália,2018

 

 

 

.

 

 

 

 

 

 

17
Jul18

GIOCONDA E O FUTEBOL

Peter

gioconda.jpg

Aqui temos Gioconda do Museu do Louvre em Paris

com uma camisola da França vestida após a vitória no mundial

de futebol. Mas Gioconda não é francesa, dizem os italianos,

e com razão. Gioconda é italiana , o quadro foi  pintado por

Leonardo da Vinci o pintor  do renascimento florentino.

Mas Leonardo. o autor, replica o museu francês, ofereceu o 

quadro ao rei de França e entregou-lho em mão, embora esta

versão seja mais uma probabilidade que uma realidade.

A polémica instalou-se, mas para os compatriotas do autor o ato

ultrapassa a razoabilidade, Gioconda é uma obra da arte italiana 

de Leonardo e do renasciemento. . Em termos de autoria a arte

parece ser sem dúvida  um património transalpino.

Para  acicatar os ânimos, acrescentam da Itália, também a 

Marsigliese, ou Marselhesa, o hino nacional francês, foi escrito

em 1781 por Giovanni Battista Viotti um músico italiano de

Fontanetto Po , Vercelli e depois reescrito pelo francês  Rouge

de Lisle , um amador que sobre a obra original italiana terá

feito uma versão destinada a hino nas guerras  em curso.

A obra, como hino  francês, só foi oficializada em 1795 mas

sobre a sua autoria sempre existiram dúvidas.

 

 

 

10
Jul18

OS BURACOS TERMAIS

Peter

cast 2.jpg 

LUSO , OS BURACOS QUE FALAM E A CÂMARA QUE  RESSONA(2)

 C ontinuando...os buracos do Luso são assustadores. Buraco nos correios, nos bancos, no engarrafamento deslocalizado pelas estradas municipais, na sede da empresa das águas, empregos, contas e lucros da mina, em Cracóvia, Polónia,  a fisioterapia Cova da Areia abaixo, o buraco aberto para a piscina que não se fez no parque de campismo , o buraco dos euros do litro de água revertidos para os cofres municipais quando pertencem ao Luso, os buracos  a que a substituição do betume viário já deu lugar  no centro da vila e os buracos próprios da requalificação desse centro que, ainda por acabar, tem vários buracos á espera da água (será benta?) que há-de  enfeitar os acabamentos que esperam há anos pelo fim da empreitada.

O buraco dum saneamento inacabado e o buraco, este prometido, dum curso da Escola Profissional no Ex escritório da Sal, donde estão prestes a sair os primeiros laureados com canudos de Pinóquio. A sebastiânica barragem do vale da Vacariça. Ou o parque industrial de Barrô , esgotado por industrias de ponta e startups. O buraco do Calamina ao lado do pavilhão, um gigantesco buraco, garante o fecho estival da piscina, do café, do restaurante e de toda a sua envolvente e pasme-se, a própria bacia do lago agora exposta á vista está em ruina tão adiantada que ameaça o pior. Não haverá pois lago, nem sequer o repuxo para cima e para baixo, tombado e abandonado em cima do seu poleiro como sucata restante. Fica o ténis se nada mais cair entretanto mas, milagre dos milagres, a única obra realizada na freguesia no último mandato, a famosa retrete, a sexta entre as existentes num raio de quarenta metros, essa está aberta e virá a ganhar a medalha da maior densidade de retretes municipais, uma honraria que falta ao município. Para pendurar no salão nobre como memória futura? Quem sabe?

Mas, para lá do buraco Calamina, há o buraco do cinema, cinema que o constante comissário garante vai ser feito em nome de alguns empregos a usufruir. Não sendo o maior de todos, a plateia já está a céu aberto, o palco desbaratado é um chuveiro, pior que algumas antigas camionetas do Salvador Sereno, os Transportes Mecânicos Luso-Buçaco, onde não raro se abria o guarda-chuva para chegar a seco á feira na Póvoa e voltar com o porco de corda 234 acima. Mas também o urdimento está urdido, a geral em cima dos camarotes e os camarotes no chão. Da cabine de projecção do Joaquim Ferreira Ldª desapareceu há muito a máquina, há-de estar por aí algures. Que saudades  tenho daquela velha sala de espectáculos onde comecei em adolescente a abrir ao mundo os quadradinhos de celulóide com a imaginação crescente posta na luz, na cor, no movimento. Era um mundo novo e maravilhoso que nos fazia sonhar na grandeza de outros mundos dentro do nosso quintal. Como me lembro duma Páscoa com o Miguell Strogof  na sua primeira versão em cinemascope a cavalgar as estepes russas com o correio do czar numa saca a tiracolo. É um mundo interior que nos lacrimeja nos afectos, fac-simile do cinema paraíso de Giuseppe Tornatore reconstruido por nós, limitados nos horizontes dos dias acanhados dum pós guerra difícil. É isto que nos tiram, roubam, esta memória humana que pretendem abolir sem respeito pela história dum cidadão, dum povo ou do ser humano. Quem viveu tem-lhe amor, ferve no sentimento da saudade seja em que língua for e espeta-se no peito e coração a cultura, a tradição, a família, valores que fazem do homem curioso  pensador.

A este drama não shakespeariano, juntou-se no último Inverno mais um buraco na quinta do Alberto, uns pedaços de pedra lascada que costumam cair sobre o Largo do Casino e parte da Avenida Navarro. Já acontece desde o tempo em que Artur Navega tinha o consultório pendurado na barreira  abaixo do La Phodas  para me receitar óleo de fígado de bacalhau, que guloseima!  Acima do Gomes alfaiate, genro da Conceição bordadeira frente ao Silva da Farmácia  !

O que fez então a Câmara da Mealhada? Hábil a esconder as inspecções e manutenções que não faz, mandou comprar separadores de cimento para estradas e inutilizou todos os lugares de estacionar em redor da fonte. Está assim há meses, quem quer visitar a vila é melhor que o não faça, mete-se em sarilhos para poder parar. Esta atitude não tem justificação, a paralisia municipal não mexe uma máquina e um camião e umas horas da manhã para libertar o local e os estacionamentos. Uma epopeia, não? Não querem. Estão-se simplesmente nas tintas para turismo fora das maravilhas!

As maravilhas sim, essa parvoíce da política interactiva do turista canalha é uma anedota, fruto da ingenuidade de protagonismos volteando em redor do nado-morto, almoços, jantares, umas passeatas e pensam que o turista lhes cai em cima como torpedos numa guerra! É que nem existe o pão, nem a água, nem o vinho e ficará o leitão á conta dos industriais do ramo a defender a gastronomia, não o turismo. O resto, são ingredientes comuns a um país qualquer sem qualquer significado nas referências dos territórios. Gabarolices e pretensiosismos!!!

No território há dois recursos, as Termas e a Mata Nacional do Buçaco, esta única. Estes recursos, que nem recursos são segundo o edil presidente, tem valor na Europa enquanto economia, ambiente, serviços, os outros são recursos comuns, não turísticos no seu sentido restrito. Podem trazer algumas mais mais-valias, mas não são o trunfo com que se deve ir a jogo. O leitão acrescenta algum valor como gastronomia e é disso que se trata. A única realidade com potencial turístico reconhecido dentro do município é a freguesia do Luso. Quer gostem quer não gostem é ali que o sector deve investir e a autarquia apostar, se forem sérios. Nas outras invistam nos comboios, na suinicultura ou em água pé e castanhas assadas, em turismo não. O turismo só é panaceia para ignorantes do assunto e o que faz a autarquia município, é errado não só para o Luso mas para todo o concelho

Trocar o certo pelo vazio, os recursos pelas festanças e festaças os quartos do turismo por quartos de horas pode bater na cabeça dos políticos como vitórias de Pirro mas são coisa arrasante para a economia local que vive do património turístico. A Unesco, se vier um dia, não virá de pé rapado e muito menos abismar os olhos na cidade engalanada! Longe disso!

Os buracos ultrapassam de longe a imaginação de autarcas que são parte dos buracos! E não estamos a brincar mas a falar de coisas sérias.

Águasdoluso.blogs.sapo.pt

06
Jul18

A ASSEMBLEIA

Peter

fonte11.jpg

Caros amigos, porque mo perguntaram, a política é assim, aprendam:

A Assembleia tinha uma ordem do dia ( ou da noite, suponho que foi de noite) e tinha ao mesmo tempo uma previsão  de assuntos fora da ordem do dia, ou seja, um periodo destinado a intervenções do cidadão . Como corria entre os oradores,  um cidadão,  um ou mais, prometiam colocar algumas questões publicas pertinentes que estão á vista de todos. Os políticos que seriam causticados, não muito porque são apenas dois minutos por cabeça sem direito a diálogo em termos democráticos regimentais, combinaram arranjar um torpedo para esvaziar os conteudos e fintar o direito do cidadão falar na sua Assembleia, que é o mesmo que dizer esvaziar o valor  da sua intervenção.O que é isto de torpedo afinal ? É um outro cidadão que, combinado com os politicos a atingir, vai amenizar e deturpar as críticas que julgam vão ser feitas tentando minimizar hipotéticos estragos.Tem que ser arregimentado e dispor dum estomago próprio para o efeito, uma espécie de yes man produto  duma rede de favores, por exemplo.

Na hora do inicio dos trabalhos os cidadãos que  estavam na assembleia  inscreveram-se para falar  mas o torpedo, que actua  dentro do sujo jogo partidário , deixou que se inscrevessem e inscreveu-se depois.  Mas quando se abre o periodo para  o publico dizer de sua justiça, ele, que foi o último a inscrever-se é o primeiro a questionar o orgão. De facto a ordem de inscrição foi manipulada pela mesa da assembleia que ,  se actuasse seriamente, deveria respeitar a ordem de inscrição dos oradores que pediram a palavra. Como a democracia á portuguesa é uma espécie de bagunça, o torpedo infiltra-se á papo seco, convencido, como os politicos que lhe facultam o tempo, da sua esperteza e sapiência,colocando as mesmas questões para obter as respostas que entretando haviam combinado  enquanto correlegionários. Quando chega a vez dos  autênticos oradores, o discurso dos mal contentes já obteve resposta anteriomente e o assunto está esgotado ou em vias disso.

Esta, como me perguntaram, a razão principal pelo não respeito da ordem de inscrição que deveria ser respeitada se a mesa fosse séria e não influênciada. Não pelo facto do ser engenheiro ou doutor o eventual torpedo, em termos de cidadania somos todos iguais, a todos é devido o mesmo respeito como as mesmas prioridades A razão porque ele é o último ou dos últimos a inscrever-se  tem  a ver com o facto de que se ninguém se inscrevesse para falar, ele também o não faria porque não era necessário, não haveria a assunto nem politico ou politicas a defender ou justificar. Se o torpedo funcionou foi porque o esquema funcionaria , e  assim foi  desviada na sua objectividade , peso e força de intervenção a intençáo ou intenções dos cidadãos. Esta é apenas uma maneira, não ilegal mas de pouca ética , para ultrapassar problemas ou incomodos e escapar a criticas que , exploradas por uma imprensa que esteja atenta e seja livre, pode causar prejuizos maiores.  Nesta matéria, a chamada "política" é uma caixinha de surpresas.

 

 

 

 

03
Jul18

FONTE DE S.JOÃO (11BICAS)

Peter

 

fonte cor1.jpg

U m excelente postal ilustrado pintado á mão , com data de 1911

selado com um selo de 40 reis , tarjato na diagonal a vermelho

com a actualização "Republica". Posto no correio há 107 anos.

Na imagem cinco lavadeiras tradicionais mergulham as peças

no tanque que é ao mesmo tempo o inicio da ribeira dos moinhos.

Em fundo a capela de s.João Evangelista que dá o nome á

nascente, onde não existem ainda as onze bicas de hoje.

Vêm-se á direita ramadas dos chorões que adornavam o exterior

do recinto. A segunda presa, á esquerda, hoje subterranea, 

não existe ainda. O Luso já era ao tempo uma estância

termal afamada e procurada por muitos banhistas, em grande

parte oriundos da capital, Lisboa.

 

 

02
Jul18

PLACARD DIÁRIO DE NOTÍCIAS NO LUSO

Peter

placard dn.jpg

Hoje terminou a edição em papel do Diário de Notícias  

e o velho jornal passou a uma edição Oneline.

Esta curiosa fotografia , cuja data será algures na primeira

metade do século XX , refere-se á inauguração dum placard do

Diário de Notícias nas Termas do Luso, na parte exterior do

Café do Casino. Um tempo em que as Termas eram Termas e

o jornal era jornal.

Como testemunha o documento, uma fotografia histórica

para a vila do Luso , a cerimónia foi concorrida .

As Termas tinham uma importância que suplantava o municipio

mas que hoje o municipio liquida conscientemente.

 

01
Jul18

LARGO DO CASINO do LUSO

Peter

barreira.jpg

 Aqui era noutros tempos a sala de  recepção deste concelho,

agora é o seu caixote do lixo. A Câmara da Mealhada, que administra

muito mal esta freguesia, tem desde o Inverno esta barreira no estado

em que se  vê,  a ruir.

Com ela, dezenas de  estacionamentos ocupados no centro da vila

com blocos de cimento para impedir o acesso. A autarquia  não

tem capacidade para gerir o espaço nem dinheiro para duas horas

de máquina para retirar o entulho e libertar a avenida .

Gastam o orçamento no que não lhes pertence e em festas

permanentes.  Não sei se as funções das  autarquais é fazer festas

mas no inicio da época balnear deveria preocupar-se com

a economia local.

Curiosamenrte no mesmo sítio há seis  caixotões do lixo. Três

no subsolo fechados a sete chaves, fora de serviço a cheirar mal,

e  três no solo a ocupar outros tantos estacionamentos.

A Câmara anda anda a ultrapassar todos  os limites do respeito

que deve á freguesia , ao cidadão e á sua fonte de riqueza

que é o turista.

 

Estamos na época balnear 

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