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ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

ÁGUASDOLUSO

BURRIQUEIROS,OS QUE TOCAM OS BURROS...

26
Nov22

FILARMONICA LUSITANA

Peter

filarmónica.jpg

Em 1895 fundava-se a Filarmónica Lusitana, como se pode ver nesta fotografia, devidamente fardada e dotada com os instrumentos necessários. Hoje, a recente filarmónica fundada na freguesia, substitui estes antigos pioneiros.É certamente um acontecimento que se deve sublinhar e saudar ao mesmo tempo a iniciativa destes novos e bravos musicos. Oxalá tenham o apoio da população e das entidades publicas que tem contribuido para outros orgãos idênticos na area do municipio.

12
Nov22

BERLIET

Peter

berliet.jpg

Imagem duma  Berliet da ETM , citada no post anterior entre as compradas á empresa setubalense que fazia as carreiras urbanas entre Setubal e Lisboa. Eram viaturas bastante desgastadas pelo uso diário e que trouxeram problemas mecânicos com elas. A foto é parte da história do Luso e das termas , na medida em que foi uma empresa que ,a par dos Refrigerantes Bussaco e das serrações , contribuiram, aliadas á sociedade das âguas, e á industria hoteleira, para um bom desempenho na área local do emprego.

08
Nov22

CITROEN

Peter

citroen.jpg

Este autocarro de passageiros Citroen, foi das primeiras viaturas compradas pela empresa de Transportes Mecânicos Luso-Bussaco, logo a seguir à Chevrolet, que foi a primeira. Seguiu-se uma Opel semelhante à Citroen, uma Lância, uma DionBoton. Com o crescimento da empresa, veio a Mack, a Isobloc, a Guy, a Sómua e uma  Mercedes (mais pequena), até a uma série de Berliets em segunda mão, vindas da Setubalense, uma concessionária que fazia o percurso entre Lisboa e Setubal e vice versa. Das carreiras concessionadas á ETMLB, destaca-se a carreira diária Aveiro-Coimbra e o Luso-Aveiro, esta última mais tarde aumentada  de Aveiro à praia da Costa Nova e do Luso a Penacova. Em Coimbra teve ainda a concessão da carreira urbana  entre a cidade e Brasfemes. Como se vê pela fotografia , esta viatura era bonita de arquitetura, com um motor a gasolina  avançado, com a parte superior destinada às bagagens dos viajantes  e no tempo da guerra de quarenta, foi-lhe adaptado na parte traseira um propulsor a gaz para substituir o combustivel pelo gaz que produzia. Nas tabuletas superiores ainda se pode ler Desdobramento e Brasfemes , o destino do perurso urbano. A cor do autocarro era o amarelo, com  apara choques e barras de verde  forte.

 

 

05
Nov22

CHAMINÉ TERMAL

Peter

casino 1.jpeg

Curiosa fotografia do Café do Casino com a chaminé termal bem â vista,nos inicios de 1900. Bem documentada está a parte traseira da Galeria  onde se pode apreciar a arte nova aplicada nas grandes fachadas da galeria, ao estilo da época em que foram  construidas. Salão de estilo vienense , serviu as Termas e a estância com o magnifico espaço de bailes, palco para representações teatrais ou variedades, galeria desafogada e um soberbo teto com pinturas da época. Num país responsável, todo este património devia ser classificado, mantido e preservado e fazendo parte do espólio turistico da terra.  A  nossa experiência porém não vai além dos fados e guitarradas e da grande capital, o resto é a paisagem...Esta bela e oportunada chapa fotográfica é um testemunho vivo da cultura que temos.

 

13
Out22

FONTE EM 1913

Peter

 

 

 

 

 

 

 

1913.jpg

A fonte de S.João em 1913 , uma construção e melhoramento da Junta de Freguesia e da paróquia . Até esta data e posteriormente até 1955, não há notícia de intervençóes da Câmara da Mealhada neste património local. Só a partir de Lousada e do  fascismo, a autarquia municipal tomou posse ilegal do que não lhe pertencia, segundo  parecer pedido á Universidade de Coimbra, que afirma ser de direito  da autarquia local , a Freguesia.   De então até hoje, a Câmara explora a água e que se saiba, nunca a pagou ao proprietário, a Junta de Freguesia do Luso,  como fez a Administração Florestal do Bussaco. 

09
Out22

ANUNCIO

Peter

Digitalização anuncio.jpg

Temos aqui um anúncio inserido no Diário de Coimbra muito recentemente, utilizando recursos do Luso para vender vinho e leitão, e nenhuma referência a Termas, a Turismo, a Águas , à  Mata Nacional , a centro de estágios desportivos, a hotelaria , àquilo que, em termos da atividade local do turismo concelhio a  fotografia diz respeito.  Esclareço que o   leitão é gastronomia e o vinho é do sector das bebidas alcoólicas, a enologia e não da água.   Mas isto serve para mostrar o conceito que o poder administrativo instalado e não  só,  tem    em relação ao turismo do concelho, aproveitando imagens do Luso e do Bussaco e  apagando  simplesmente o que na verdade está representado, o mesmo Luso -Bussaco,  a      favor da sede  concelhia que nada tem em termos de produtos de turismo.  São  propagandas pouco sãs, enganadores, aproveitamentos  pouco sérios e pouco respeitosos   para  remar contra uma maré que o poder político autárquico local  desconhece e ignora. Quer em termos de  publicidade, onde tenta usurpar a marca Luso-Bussaco a favor de  Mealhada-Bussaco, quer em termos de estruturas, onde nada investe para benefício da        área  de negócio. Parolo, deprimente , impróprio, prejudicando , não sei se ingénua ou    intencionalmente , o próprio território que administra. O absurdo de quem , eternizando-se   no poder ,  multiplica e triplica a sobranceria dos seus passos.

 

03
Out22

Capela da sardaneta

Peter

Cópia de capela  sarda.jpg

A velha e saudosa Capela de Santo António na curva do Lusitano, destruida para alargar a curva  e depois reconstruída no Inatel fora do seu lugar original. Em frente do ex-hotel Barrigo, que foi também anexo do Lusitano ou Carolinam casa de habitação e finalmente Externato Frei Luis de Sousa, sob a direção da Dr. Dulce, localmente Dona Dulce.

21
Set22

HOTEL SERRA

Peter

serra 1927 1.jpg

Na fotografia, velhinha como o hotel fundado em 1866, podem ver-se os dois edificios, o primeiro á direita em cima e o segundo, o maior em pleno Outeiro do Bodo ( Largo Manuel Pimenta). A foto , como se pode ver, é de 1923. Este foi das primeiras unidades hoteleiras a nascer, pela mão de Elisa Morais, natural de Varzeas , Luso e do marido. Primeiro com a pequena unidade , depois com a presente , e ainda depois com  o aumento dum andar ao comprimento da cave e primeiro andar. Hoje propriedade do Inatel está abandonado e a passar por um processo de ruina.

hotel serra.jpg

Trágicamente o Luso não tem investidores, a autarquia câmara ou o distrito Aveiro, nada  se incomodam com o desenvolvimento e este património de potencial  á vista, irá cair no chão com brevidade. Seria um ótimo local para instalar uma pequena unidade hoteleira em conjunto com um museu de hotelaria , que prometido há anos caiu em saco roto. Càmara, e Inatel e Àguas de Luso, que poderiam e deveriam ser motores de desenvolvimento, não dão um passo comum no sentido de resgatar  o Luso, as Termas e o Turismo, deste estado de pré falência. Falta á terra uma autarquia (câmara) própria para sair  destes impasses absurdos por não haver gente capaz nos respectivos orgãos de poder, publicos e privados.

Outrotanto  se  aplica á ex-Casa do Povo e centro de saúde, a Miralinda, ótimo local e edificio para instalar a bibioteca publica, que o Luso já teve no Turismo , à qual se deveria juntar um arquivo próprio do património local. Da sede do concelho , nada se pode esperar, como se tem visto nos ultimos tempos. Torna-se incompreensivel que após obras como o parque de campismo, o centro escolar, a piscina e o restaurante café do Lago, a melhor estrutura do género na zona, o pavilhão gimnodesportivo , o centro de estágios , não se tenha feito mais nada , notoriamente por falta de gente da freguesia na câmara e por uma politica dirigida  intencionalmente contra o Luso pelos seus membros, apesar do que se fez  e pode fazer,  estar ao alcance de varios apoios da comunidade europeia, como estiveram os que citei. Está neste rol o complexo de moinhos de água de carpinteiros, numerosos chalets de época ,bem mais dos que vão sendo recuperados no Gerês, um centro de saude aberto todos dias e não dependente de vizinhos ou a reconstrução do Cine Teatro Avenida, uma casa com história nas Termas e no Luso. Aliás, náo se entende porque foi recuperado o Cine Teatro Messias e não é o do Luso, trata-se duma democracia do xiqueiro ou do xiquismo,  onde uma população é de primeira classe e outra de segunda ou de terceira . A verba que foi conseguida pelo Luso e para o Luso com os centavos litro de água vendida e que foi desviada pela càmara para a câmara, num roubo politico semelhante ao da fonte de S.João, daria para fazer meia duzia de cine teatros, mas nada se fez nem nada se soube do seu destino, por falta de total transparência no  processo.  É preciso que gente nova da freguesia abra os olhos e exiga  duma câmara incapaz, aquilo a que o Luso tem direito, desenvolvimento, estruturas, turismo e investimentos. É tempo de  acabar com o roubo da marca não registada Luso Bussaco, a favor duma Mealhada Bussaco que nunca existiu  e que é uma falta de respeito e dignidade para com as gentes da freguesia.

 

21
Set22

SÃO JOÃO DA FONTE

Peter

fonte st jhon copia.jpg

Uma imagem de outra fonte que deixa algumas saudades. Decerto livre, nossa, aninhada sob a frescura de chorões até ser encaixotada pelo Lousada e seus fascistas.Objecto de mudanças várias, hei-la na primeira versão com alguns cuidados higiénicos, uma obra da  Junta de Freguesia na primeira metade do séc.XX. Em 1955 foi roubada pela câmara fascista de Manuel Louzada e a partir de então tem sido explorada e vendida pela própria câmara que nunca pagou ao Luso  e continua a não pagar esta matéria prima, um produto acabado gratuito que tem comerciado na rede publica.

21
Set22

MARIA DO JOGO

Peter

moinhos fachada.jpg 

Velho moinho casa da Maria do Jogo no caminho que acompanhava o rego de água vinda da piscina. Limitava também o parque de secar a roupa do Grande Hotel e ia abastecer o comprido tanque que era então o lavadoiro publico. Esta area foi toda alterada com a construção do Hotel das Termas e a construção do aterro  da estrada nova. Era parte agricola do vale que acabou  mais tarde por ser engolido pelo parque do lago e pelo parque escolar. Tempo em que se fizeram obras do Luso, uteis e necessárias, mas que os tempos mais modernos prometeu mas não fez.

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