Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Ladeira do Chafariz

RSCN5214[1].JPG

 Aspecto da Ladeira do Chafariz uma velha rua

do Luso de Além , hoje no seu estacionamento

empedrado, depois de ter sido uma rua em

macadame e alcatrão.

Serviu carroças e burros , ronceiros carros de bois

e, como se pode ver neste boneco batido, ainda

mantém  o seu perfil urbano e citadino.

Agora, sem lugar para  peões já não dá acesso

á Pensão Portugal nem á Pensão  das Termas

e  muito menos é palco de relatos de hóquei

patins dos tempos áureos do Jesus Correia,

do Cruzeiro, do Correia dos Santos, do Lisboa

e Perdigão ou do Emidio, guarda redes.

É uma rua  velhinha duma terra que perdeu

o seu encanto e romantismo e deixa apenas

saudade pelo que foi e que não é.

 

publicado por Peter às 23:39

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Domingo, 5 de Março de 2017

AS TERMAS

CSC_0110[1]

N  este mês de Fevereiro as Termas do Luso mudaram de dono mais uma vez. Não sei se mudar de dono será o termo apropriado para sublinhar o fenómeno, pois um acontecimento contrário havido há poucos anos desmembrou a estrutura accionista da empresa em duas metades imperfeitas, metades essas agora devolvidas ao primitivo estado, ou seja, á posse do proprietário original, a sociedade das águas. Leva-nos a crer que tudo não passou de arranjos e desarranjos nas barbas dum poder político falido, um “trinta e um de boca” como diz o português, dada a aparente facilidade com que tudo se faz e se desfaz nas mãos do concessionário sem intervenção do concessor. Na prática um gestor que nunca fez falta á terra foi-se embora e outro que mantem algumas ligações á terra tomou conta da gestão, segundo as nossas fontes provisoriamente e dentro dum acordo que retira a propriedade termal a essa gestão independente através do ex-hotel das termas.

Na situação precária em que está a estância no que diz respeito a utentes e serviços prestados, este passo é mais um episódio da saga dos balneários que tinham os mil e seiscentos utentes que com frequência relembro antes da “requalificação “ ( já teve quatro mil)  e hoje nem atingem o número de seiscentos depois da “requalificação.” O desastre está na clara evidência dos números dêem-lhes as voltas que quiserem os intervenientes.

Se algo de positivo se sentiu em redor desde acto empresarial foi o recato, o pouco alarido em volta da questão, o que tanto pode significar coisa nenhuma como significar alguma prudência no assumir dum novo estilo, por falta de perspectivas ou definições sobre o futuro ou, como seria bom para o território, o enveredar cautelosamente por cumprir o contrato de concessão e ressuscitar o complexo termal e as valências que sucumbiram no investimento requalificativo, três milhões comparticipados a mais de setenta por cento pela CEE e não três milhões do bolso da empresa como quis fazer passar o seu orador oficial no acto testemunhado.

Se assim não for, será mais um passo em falso na valorização das termas e de todo o território municipal e este reassumir dum protagonismo na matéria não terá peso nem medida no tecido económico envolvente. O território, perante a incapacidade política de trinta anos de poder, precisa tanto das termas como de gente nova com massa cinzenta que desafie a estagnação existente e procure vias diferentes para o seu desenvolvimento,  bem situado mas perpetuamente  carente de ideias , desafios e apostas certas.

Nas termas, é a sociedade das águas quem recolhe o único proveito da maior riqueza existente no subsolo local mercê da concessão que tem do Estado Português e que, quer pelo contrato, pela legislação ou por simples dever ético deveria ser o motor do desenvolvimento local através da área que dirige e explora. Isso que faz parte da concessão de qualquer bem público e não tem sido cumprido, destruiu a vila termal, desfez empregos, fechou quartos e unidades de alojamento, arrasa o pequeno comércio, com a activa cumplicidade duma autarquia apostada numa política destrutiva. Em pouco tempo se acabou com o sonho dum homem sério e de visão, o único nascido neste concelho, Costa Simões, um pioneiro de olhos abertos e com amor e interesse pela sua terra.

No recente ato pronunciado, algumas palavras dos responsáveis terão pretendido dar garantia aos eventuais protocolos existentes, presumimos uma abertura ao exterior. São palavras apenas, oxalá esses desígnios sejam cumpridos e as estruturas termais não se venham a transformar num complexo privado ao serviço da unidade hoteleira que o abrigou, deixando o pouco que resta da vila termal ao abandono. Uma coisa é certa, enquanto o concessionário termal não der sinais doutra postura e prática consoante os deveres contratuais que englobam águas e termas, a pouca credibilidade mantem-se, as termas serão o anedotário em que se transformaram e sem investimentos e uma gestão criteriosa e agressiva continuarão a não trazer clientes como vem acontecendo.

De facto, se a concessionária, único beneficiário do bem que é a água da mina , não investe para lá da água engarrafada, quem irá investir num amanhã em que o próprio explorador do possuído não acredita?

Como o poder artesanal que nos governa, local e o nacional que é responsável pela concessão, e não a autarquia Câmara através do logro que faz passar por aí, estão por qualquer razão adormecidos, apenas as palavras proferidas no acto da mudança, ouvidas e escritas nos pequenos jornais locais deixam uma mínima nesga de profética esperança no sentido de que alguma coisa possa mudar no estabelecimento termal que venha a ter alguma repercussão positiva no município.

PS- A propósito de município, gostava de sugerir um peditório entre todo o cidadão deste concelho a favor da Câmara Municipal com o fim de ser utilizado na reposição dum vidro da cúpula da Fonte de S. João, um vidro que se encontra partido e estilhaçado há um ano, pois pelos vistos a autarquia não tem dinheiro para o comprar e mandar repor no sítio. Em simultâneo aproveitavam para pintar de azul o nojento rebordo da mesma cúpula que se encontra impróprio para ser visitado por qualquer turista ou cidadão. Como os autarcas não têm vergonha eu próprio colocarei á disposição, se necessário, uma lata de cinco litros de tinta para o efeito. É quanto basta!

Luso,Fevereiro,2017                                                                   

 

 

 

 

 

 

publicado por Peter às 22:36

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Quarta-feira, 7 de Setembro de 2016

O TETO

DSCN4700[1].JPG

Neste Teatro que aqui vemos representou noutros 

tempos Alves da Cunha, Maria Matos, Vasco Santana,

João Vilarett,etc, e passaram inumeros filmes

que ajudaram a divertir plateias de turistas e residentes .

Lembro-me ao acaso de dois filmes, o italiano O Teto

e do americano o Comboio Apitou Três Vezes. 

BONS TEMPOS...

RSCN4703[1].JPG

Nesta foto do mesmo Teatro podemos ver não só

O Teto a cair como o próprio teatro em ruina e 

podemos afirmar que o Teatro já caiu Três Vezes,

fazendo jus ás memórias.

A Câmara da Mealhada, especialiazada em ruinas,

comprou este Teatro para cair mais vezes, porque 

três não chegaram ainda.

Essa autarquia recebe anualmente das  Águas do

Luso, cerca de 500 mil euros, ou seja, num mandato

recebe dois milhões de euros.

E o que fizeram nas Termas nesse mandato?

Uma retrete onde já existem cinco, destroem a Mata

Nacional do Buçaco e olham para as mini Termas

do Luso como se fossem um fanstasma!!!!

Se os eleitores não abrirem os olhos, o Cine Teatro

cai de certeza!!!!! 

 

 

 

publicado por Peter às 14:56

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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2016

BREVE HISTÓRIA DUM FOGO

DSC_0158[1].JPG

Os primeiros passos dum grande fogo, foram mais

ou menos assim...

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 ...e assim continuaram os sinais aproximando-se

do campo visual

 

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...da zona urbana pressagiando o pior quando o vento

soprou e se fez ventania...

CSC_0278[1].JPG

as chamas instalaram-se  em redor para alarme dos

homens aflitos....e atacaram as casas e os bens

fogo.jpg

. ..e instalou-se o fogo , acontecendo o caos, com o

 monstruoso amigo do alheio

DSC_0255[1].JPG

o último comboio  atravessou a ponte   e lento

desapareceu subindo a serra...

DSC_0273[1].JPG

nas noites que se seguiram muitos dormiram

acordados  no seu desassossego (Várzeas-Luso)

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os canadairs de efeitos milagrosos foram poucos para

acabar trabalhos

CSC_0280[1].JPG

os bombeiros, as pessoas, os proprietários,a luta,

o medo,o cansaço, a solidariedade...

CSC_0281[1].JPG

o amanhã.na esperança de quem sofre...o povo

deste país!

(tudo vale a pena se a alma não é pequena)

Fernando Pessoa

(texto e fotos do autor do blog)

publicado por Peter às 22:59

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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016

DIARIO DUM PAIS RICO

DSC_1277[1]

 O homem está sentado na ponte de Avenyen junto ao Stora Teatern. Estão onze graus de temperatura negativa, o canal está gelado há muitos dias e um sol tímido e mortiço aquece-lhe o que se vê duma face entrapada numa mistura de farrapos. Sob as pernas esticadas um cobertor dobrado separa o corpo do gelo onde está sentado, recostado nas pedras grossas do resguardo do vão da ponte. Na praça adjacente depois do canal, tem acima de si a figura dum rei de bronze montado num cavalo, mais mítico que real, apontando os dedos da mão direita á eminência da guerra enquanto na outra segura a espada em acto ameaçador. Lá no alto do adorno um candeeiro monumental faz parte duma fila que dum e doutro lado iluminam a realeza nos seus atributos líricos e guerreiros que ocupam o monumento. O pobre homem porém, sob a fictícia capa da figura dum Gustavo, o monarca fundido ali, para cobrir o corpo esguio e magro usa uma comprida e rota parca azul claro a esconder a grossura dos trapos que o vão mantendo vivo. Lateralmente á sua mão direita sustem no empedrado do passeio um pequeno copo de plástico preto que agita de vez em quando fazendo tilintar moedas de uma ou cinco coroas que são produto da safra. Murmura algumas palavras imperceptíveis, iguais, lamentações. E as coroas suecas da terra da redenção, um dos primeiros reinos deste mundo a figurar nas listas estatísticas do bom viver, bom parecer. e da grande tolerância, tilintam  para  audição dos passantes  apressados. E vão caindo.

Por questões de dignidade sinto vergonha para lhe tirar a fotografia que me preparava para fazer uns metros antes e recolho o aparelho para o saco que levo ás costas e depois aproximo-me e passo pela sua frente deixando para traz o drama humano da nossa condição. Reconfortado, que hoje já dei o meu óbolo matinal das cinco sagradas coroas á mulherzinha que usa a entrada do super como ponto de pedir, igualmente entrapada em roupa uma sobre a outra numa amálgama de defesas contra as baixas temperaturas que se tem feito sentir. É um trabalho imóvel., este de pedir esmola que se tolera no Verão e no Inverno é um castigo neste clima agreste. Chama-se Maria  Petrovna ou  coisa que assim parece soar, esta mulher já feita da porta do shope lá do bairro mas a atitude é a mesma do idoso barbudo da ponte de Avenyen , a rua mais importante da cidade onde Poseidon, um gigantesco deus grego do mar e da água, olha para o Gota a ver passar os barcos sobre o gelo , talvez um quilómetro além do seu alto pedestal. Está completamente nu, se o dissesse Pêro Vaz, mostrando suas vergonhas, mas os deuses são de pedra ou de metal, são protegidos pelo homem contra os males do mundo, mesmo do frio ou da traça que pode dar num pedestal de madeira como num espanta pardais de olho na pardalada. Não há frio nem neve na cabeça do homem que o consiga demover dos propósitos de estar ali postado em bronze verde. É grande, maior que o ser humano e feiíssimo como nunca vi um deus, em absoluto o oposto das belas imagens que coabitam os edens gregos ou romanos, que não vi outros senão esses nas praças e nos museus de cidades da Europa.

Também ali, junto á porta giratória da biblioteca da cidade, romenos e romenas fazem turnos a estender o copo á caridade, substituindo-se umas ás outras durante as horas do dia. Sei que são romenos porque lhes vou perguntando contra a entrega das cinco coroas do óbolo diário, sobre a língua que falam, a razão de estar ali e se não podem trabalhar. São cidadãos comunitários, livres de entrar e sair no espaço Schengen como nós e por isso, pelo custo da liberdade, não têm o apoio dos governos como os magrebinos, sírios e dum modo geral os muçulmanos, que são refugiados com estatuto. Estes, cama, mesa e roupa lavada até identidade terão se aprenderem a língua em aulas oferecidas. Os europeus, coitados, míseros, esfarrapados, enchem as ruas a pedir. Aqui, num país onde as estatísticas dizem, vamos lá acreditar em tudo o que se diz por aí, que a pobreza não existe!!! Numa Europa do cidadão do século XXI, onde afinal o europeu que é europeu tem uma vida de cão!

Continuo o passeio até á paragem seguinte do metro. Está frio, os mesmos onze graus centigrados abaixo de zero e o melhor é ir fazer companhia ao Amadeus, o novo gato lá de casa que a esta hora está a dormir que nem um lord debaixo dos tubos do aquecimento central. Eu chamo-lhe Lord Byron e é o substituto do gato Socrates, aquele gato  emigrante que vim trazer um dia a estas terras do norte no voo 4625 da TAP, salvo erro. Morreu no ano passado com um mal desconhecido. Morto e incinerado por duzentas coroas suecas no consultório do doutor Magnuson. Andam por aí em qualquer lado as suas cinzas de lusitano dentro dum frasco de vidro transparente! São as saudades portuguesas, num mundo que se fez grande. Nada que não tenhamos no sangue afinal, o mundo!

Goteborg,17,Janeiro,2016                       

 

 

publicado por Peter às 09:45

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014

VELHO TEATRO AVENIDA

cinema.jpg

  Imagem actual do velho Teatro cuja renovação tarda !

Há três ou quatro anos a autarquia município comprou o Cine Teatro Avenida do Luso com o  intuito expresso de o reconstruir dentro duma  clara estratégia de recuperação o que  aliás vem fazendo com o reaproveitamento do Teatro Messias e do cinema  da Pampilhosa. Quanto ao do Luso, há por aí quem argumente que a destruição pura e simples seria a melhor solução, porque está fora de moda  e de clientes. Claro que pode ter alguma lógica esta argumentação, mas ela  não foi a lógica utilizada para os dois cinemas já recuperados, um a funcionar com prejuízo permanente, outro num acabar de obras  que irão seguramente desaguar no mesmo prejuízo financeiro. Podemos multiplicar até por trezentos municípios deste país este prejuízo hospitalar! Mas espanto-me com estas teorias apoiadas em cegas opiniões  e fico a duvidar perante o velho adágio se há ou não há fumo sem fogo, quanto ao Luso.

Se fossemos basear as recuperações e muitas obras que se tem feito país fora nesta questão da sustentação monetária, nomeadamente os cinemas, mas também as piscinas e os pavilhões, os arquivos e as bibliotecas, os relvados e as praias fluviais, museus  etc, etc, não se teriam efectuado na sua maior parte, não por serem inúteis, mas porque o país não cria riqueza suficiente para a sua manutenção  e sustento. Esquecemo-nos que antes da casa se faz um alicerce e esta opção por equipamentos ao quilo,  discutível é certo, tem levado os municípios á revitalização de estruturas que tem assumido um  âmbito nacional  e isso parece-me suficiente   para exigir a finalização da estratégia que tem sido seguida pelo município da Mealhada.  A freguesia do Luso, depois do total desacerto que levou á minimização das termas  e á deslocalização da indústria sem qualquer  contrapartida, não pode ficar mais uma vez a ver navios pendurada num poder que  raramente percebe os problemas específicos da localidade. O teatro Avenida do Luso também tem a sua história, mas mais que isso ele é uma memória de gerações. Ali se realizaram espectáculos e sucederam acontecimentos que fazem parte do presente que somos. Ali funcionou durante décadas uma espontânea escola de teatro que hoje, entre saudades e anseios, aguarda um palco para continuar. Coisa que nos recorde, vem  de gerações anteriores de bisavós, avós e pais. Esvaziar a memória das populações é matar na sua génese os costumes, a cultura, a sua alma, levando as sociedades  ao vazias dum passado esquecido. A memória colectiva é espelho do que fomos e  visão do que seremos, cordão umbilical que nos une como agregado. Ali está a experiência, a sageza, o ensinamento, o erro, valores comuns que são de todos. Ainda que muitas vezes, de forma inconsciente,  são a hereditariedade atávica dos nossos antepassados. Poucos, é certo, mas bem caracterizados. Hoje, não se pode pensar uma sala exclusiva para cinema, mas numa sala polivalente ou multiusos, onde se possam fazer congressos e reuniões, exposições e encontros, variedades e projecções de cinema e  meios audiovisuais, uma sala ao dispor da população para ensaiar e levar á cena  as suas peças de teatro, um local  aberto e ponto de cultura. Uma sala que, pelas vicissitudes do tempo, o Luso deixou de ter.  Uma sala onde preserve memórias e dê azo às suas intervenções. As terras são as suas gentes, as suas promiscuidades, os seus desejos, os seus sonhos, não matemos com desrespeito pelo que fomos, o que continuamos  e querem continuar a ser. Muita coisa falta no Luso, não destruam mais um pedaço do espaço que nos pertence. É preciso exigir essa pertença.          

Gota, Dezembro,2014  

 

publicado por Peter às 14:10

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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

HOTEL SERRA II

                                                                                                                                                  

Velha relíquia do extinto Hotel Serra, Luzo-Bussaco

A parte velha, á direita, foi abandonada e terminou

em ruina e mais tarde parque de estacionamento.

Como se pode ler no próprio postal em caracteres

vermelhos, foi fundado em 1866.

Edição rara da  Mercearia Alliança. 1927 ???                    

publicado por Peter às 20:06

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