Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

ADEGA DO ADELINO

DSCN5211[1].JPG

Ainda a Ladeira do Chafariz em Luso de Além com 

uma imagem da Adega do Lino em absoluto

descanso. Fica a imagem para matar saudades.

publicado por Peter às 20:40

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Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017

Ladeira do Chafariz

RSCN5214[1].JPG

 Aspecto da Ladeira do Chafariz uma velha rua

do Luso de Além , hoje no seu estacionamento

empedrado, depois de ter sido uma rua em

macadame e alcatrão.

Serviu carroças e burros , ronceiros carros de bois

e, como se pode ver neste boneco batido, ainda

mantém  o seu perfil urbano e citadino.

Agora, sem lugar para  peões já não dá acesso

á Pensão Portugal nem á Pensão  das Termas

e  muito menos é palco de relatos de hóquei

patins dos tempos áureos do Jesus Correia,

do Cruzeiro, do Correia dos Santos, do Lisboa

e Perdigão ou do Emidio, guarda redes.

É uma rua  velhinha duma terra que perdeu

o seu encanto e romantismo e deixa apenas

saudade pelo que foi e que não é.

 

publicado por Peter às 23:39

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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017

FOGOS,LÁGRIMAS DE CROCODILO

CANADAIR.jpg

No ano passado o fogo andou por aqui. Foi obra dos deuses, se bem se lembram os leitores, de Hefesto e de Vulcano e por graça dos novos santos pastorinhos não chegou ao Buçaco. Ainda bem que assim foi, do mal, o menos, mas deixou amargos na boca e os habituais avisos para tomar cuidado com as brincadeiras do lume. Se então faziam quarenta e dois anos do ciclo infernal dos fogos, este ano fazem quarenta e três e ainda antes da chegada do Verão já se contam por muitos mortos e feridos as vitimas apanhadas pelo diabólico carrasco que entrou agora pelo chamado pinhal interior, é melhor dizer o eucaliptal interior e levou consigo vidas humildes de gente laboriosa e simples, o verdadeiro âmago duma pátria de madraços governantes.

Mas o que se fez do ano que passou para este no sentido de defender a gente e os bens? Nada. De facto não se viu fazer nada. De facto nada se fez. Como nunca se fez nada do que deveria ser feito. Ouviram-se lérias dos patéticos Martas deste recanto na televisão pública para dar lustro ao dourado dos galões e às fardas que falharam nos precipícios da vida e regateios de mais verbas aos políticos que aproveitaram para dormir até às próximas eleições. Assim o governo sustentou a barca na tumultuosa maré dos nossos dias e os municípios fizeram festas e regaram campos de futebol e golf como sempre tem feito, gastando o nosso dinheiro de mangueira na mão naquilo que é dispensável, mas na prioridade dos fogos, zero, um zero tão grande como na criação de riqueza sustentada.

Esta aliás é a imagem de todos os anos enquanto a floresta privada e pública gere em redor de si própria outra floresta de lixo ambiental e o eucalipto se continua a espalhar quase espontâneo por onde quer e pode perante um reordenamento por fazer.

Hefesto, o deus anterior ao esperto Prometeu roubando a chama, mete as labaredas na saca em cada fim do Verão e o fraco poder de quem o tem adormece como uma espécie de amigo do povo dominical esquecendo a desgraça alheia. É pois naturalíssimo que depois de quarenta e três anos seguidos a brincar, os factos se repitam e agravem perante a inércia crónica dos sábios da Lusitânia, sábios de língua, de mama e de gamela que se fartam de barafustar no fim de contas, na pobreza da lusa comunicação social de malfadada erudição. Suam as estopinhas, na retórica balofa amealhando fartos ganhos de pirosas redes privadas e públicas, uma rotunda lástima a que chegaram os canais que impingem aos portugueses televisão de baixa qualidade e cultura, algo ainda mais sujo que deprimente. Nisto levantam-se alguns contra o diabo a criticar a razão, mas esses ou são distraídos ou os beneficiários do sistema onde a falta de transparência nos avança canadairs ,sirespes, corrupção e comissões. E alguns free lancers  militantes que chupam no erário publico por via de empresas, instituições , organismos e serviços.

Como ninguém tem culpa dos fogos não há réus. Tudo depende dumas cotoveladas entre nuvens traiçoeiras, uns relâmpagos, umas faíscas sobre os tojos dos terrenos incendiando a mata ainda que se inventem os trovões. Quem pára uma descarga caída estrondosamente das nuvens? Ninguém. E como a farsa já tem anos deu lugar à epopeia do fogo que desta vez levou na sua frente seis dezenas de mortos, muitas mais de feridos, coisa que se remedeia com umas palavras de solidariedade, um secretário de estado a contar mortos e uns dias de luto com umas preces pelas boas almas que se foram, que se finaram numa fogueira que não é propriamente inquisição. Lágrimas de crocodilo!

Quem governa é indigno do povo que governa. Quem governa perdeu a dignidade após anos e anos de tragédias sem mexer uma palha para acabar este drama tremendo que nos envergonha e assusta. Quem governa talvez faça bons negócios na epidemia do fogo ou os dê com prazer aos clientes e amigos, mas por incompetência ou omissão condena anualmente populações indefesas ao martírio, ao sofrimento, á dor e à morte. Todos os governantes que tem passado por esta saga da desgraça e da destruição   tem sido indignos  do povo que lhe dá os votos. Há quarenta e três anos que sucede esta tragicomédia que agora culminou com o maior desastre de sempre. Sobre os mesmos inocentes de sempre. Sobre os mesmos portugueses de sempre.

O reordenamento do território e o planeamento, esse bicho monstruoso que resolveria o problema de vez, nesse ninguém tem a coragem ou a capacidade de mexer porque naturalmente irá tocar em interesses de lóbis de muita ilustre nata lusitana, a nata das influências, da clientela, dos amigos, dos compadres, da irresponsabilidade.

O poder actual, perdeu a capacidade de intervir, os partidos alinharam-se pelo poder do dinheiro e off shores perdendo o equilíbrio entre dois mundos diferentes, o dos fortes e o dos frágeis, ou mais concretamente entre os ricos e os pobres. Há por aí muita gente a viver á custa dos fogos perante um Estado que não cumpre os seus deveres. De nada valem as desculpas esfarrapadas de políticos comprometidos com o percurso assumido até aqui, cujos resultados á vista não podiam ser piores. De nada vale a romaria do governo aos locais do crime como quem pede desculpa, de nada vale a patetice dum presidente da Republica a pôr água na fervura no gelo da sepultura ou nas lágrimas dos sobreviventes.

O povo português não merece este descalabro, esta impotência, esta anarquia, este vazio permanente perante os problemas reais. Há que tomar outras medidas, como repete todos os anos o povo deste país, sem qualquer consequência.

Aqui para nós, na nossa pequena dimensão territorial, o Buçaco ainda não ardeu porque não calhou, mas lembram-se os leitores que ardeu um quadro raro de Josepha de Óbidos, um crime patrimonial que não teve responsáveis apurados. É pois muito provável que a Mata Nacional mais ano menos ano tenha o mesmo destino nas mãos dos amadores partidários que fizeram dela uma feira da ladra. Suja e cheia de mato, pronta a receber de mãos abertas um fogo mais agressivo a Mata é hoje, desde que acabaram com os guardas florestais, um espaço aberto ao pasto de curiosa gente, afinal de calibre igual às centenas de sábios que vegetam nas televisões. Até uma barragem no Vale da Ribeira foi riscada da protecção pelo fraco elenco camarário que temos, politicamente ignorantes das coisas do turismo como de florestas ou ambiente ou até da rega do Vale. Amanhã, quando arder, não haverá responsáveis pois este mundo democrático de curiosos está imune aos pagamentos de asneiras tal como está imune ao pagamento de custas judiciais e outras regalias de baronetes e morgados. Ainda que se saldem por dezenas de mortes e milhares de hectares de floresta ardida o património não conta, nem o físico nem o ético. Muito menos o do cidadão que existe para pagar impostos e alimentar  burocracia.

Luso,Junho,017                                  àguasdoluso.blogs.sapo.pt

 

publicado por Peter às 10:47

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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016

SALTIMBANCOS DO LUSO

RSCN4664.JPG

 Começo por pedir desculpa aos leitores pelo título que coloquei no cimo desta crónica, referente ao espectáculo que as instituições de apoio social levaram a efeito no teatro Messias em datas recentes. E peço desculpa porque o referido teatrinho, nem drama, nem farsa, nem comédia, nem revista, mas uma amálgama de tudo, representa muitas horas e muito esforço e vontade de munícipes interessados numa área de apoio social, coisa que é importante demais no contexto da profunda crise em que vivemos para que se possa esquecer ou desrespeitar. Bem pelo contrário devemos realçar os actos daqueles que meritoriamente participam gratuitamente no bem comum e distingui-los exemplarmente daqueles outros que correm por dinheiros públicos, andando atrás de tachos e panelas num frenesim maior que nos velhos tempos de Salazar. Então, havia mesmo algum comedimento, hoje não há nenhum.

Se fizermos as contas á receita do teatrinho, chamo-lhes saltimbancos referindo-me á participação do Luso, receita que suponho irá para os cofres sempre vazios das instituições de solidariedade social e a compararmos com os custos que as autarquias suportarão com as festas, iluminações e espectáculos de Natal, na sua grande maioria inúteis, essa receita, fruto do trabalho voluntário dos munícipes, será ridícula. Muito mais ridícula se a comparação for com um ano de festas e romarias ou com os subsídios ao futebol e outros desportos, estes acrescidos dos custos de construção, manutenção, energia e água das estruturas respectivas, tudo verbas que o munícipe, mercê de políticas absurdas, tem que pagar. E ainda mais ridícula se acrescentarmos os custos dos políticos e das suas asneiras, dos assessores, fundações e por aí fora, um rol de benesses criadas no pós 25 de Abril, aproveitadas por alguns, num contraste evidente com a vida da esmagadora maioria dos portugueses que se limitam a viver pouco além dos limites da sobrevivência. Neste contraste, incluem-se aqueles que vivem da esmola, da sopa dos pobres igual á de antigamente, das lojas sociais, coisas que estiveram nas razões que levaram á revolução dos cravos, hoje contrariada, explorada e esquecida por políticos que se colam como lapas ao lodo marginal de oportunidade e amadorismo.

Nesta perspectiva considero que o espectáculo que há dias decorreu no Teatro Messias não passa, para a politiquice concelhia, dum teatrinho da treta, algo que teve por objectivo os votos do ano que se avizinha para perpetuar os lugares de donos disto tudo. A presença de alguns oradores de improvisos acautelou o assunto justificando o acto. Talvez um teatrinho com nome grande, mas teatrinho pela sua própria condição de simples amadores interessados no bem comum e por isso massa capaz de gerar essa popularidade que a politiquice prontamente aproveita. Dispensava-se essa acutilância oportuna maculada por fins autoritários. Tiremos pois ás coisas aquilo que ás coisas não pertencem para separar o que é trigo do que é joio.

Brilharam os saltimbancos do Luso, eu chamo-lhes saltimbancos porque de facto são o que são enquanto a Câmara Municipal, que é da ex-freguesia da Antes, com desculpas aos naturais do lugar que nada tem a ver com isto, continuar com a sua desastrada actuação política que mete o Luso, tal como mete a Mealhada, nos alforges do esquecimento, continuando a destruição das Termas e da vila por pura omissão e a da Mata Nacional pela história do sapateiro que não tem pés para os sapatos que se dispõe calçar. Assim se compreende a ausência de representantes das duas freguesias, e outras que me não dizem respeito, no elenco partidário da área do poder, curiosamente sempre oriundos como por hereditariedade dos mesmos locais. É a democracia que temos, de chafuz !

Perante uma oposição silenciosa e acomodada, a oligarquia instalou-se neste pequeno poder, as clientelas políticas entram em pré-campanha eleitoral procurando perpetuar os seus lugares, profissionalizam o dever cívico e rebentam em festas e romarias encomendadas através de empresas e empresários pagos, intermediários do sucesso político e fazedores de imagens de candidatos. A meu ver, o exagero das festividades ultrapassam em muito o razoável, parece-me que o munícipe, cujo dia a dia não é assim tão festivaleiro, tem necessidades mais prementes, úteis e necessárias por satisfazer que bailaricos e arraiais autárquicos, a que nem o rigor dum Inverno húmido e chuvoso escapa.

Aparentemente Portugal é um país rico, os executivos, o nosso incluído, não escondem a abundância de recursos para queimar em foguetório, mas há quem receie que os gastos pré eleitorais das administrações não centrais possa vir a impedir o cumprimento das metas de Bruxelas o que nos fará voltar ao aperto do cinto para o cidadão. Também o Presidente da Republica, um homem que surpreende os portugueses pela sua simpatia, proximidade e seriedade, aconselha moderação, equilíbrio e bom senso na defesa dos interesses do país e dos mais necessitados, coisas que festas e romarias contrariam, dando proveito sim a  artistas e a bobos, quase uma constante com utilização de dinheiros públicos que diariamente pedimos de empréstimo ao estrangeiro para poder comer.

Pagando juros bem altos!

Se a procissão vai no adro como aconteceu nos bancos, não se sabe, oxalá a fatura do regabofe não venha a surgir depois, porque essa, sem dúvida seremos nós a pagar e não a ambição e cegueira dos que representam os papéis públicos com exagero de meios.

Quanto aos saltimbancos do Luso, espezinhados pelo poder local quando comprou por trinta ou quarenta mil euros o Teatro Avenida para o reconstruir, abandonando-o depois á ruina em que se encontra, esses responderam á chamada da solidariedade, cumpriram deveres que os seus representantes eleitos não cumprem nem mesmo quando recebem anualmente desta freguesia dinheiro arranjado por ela, oriundo da sua riqueza, e que dará para pôr em pé durante os quatro anos do mandato seguramente quatro teatros iguais.

Este executivo, cuja cabeça hierárquica vem da ex-freguesia citada atrás, está fora dos problemas e interesses concelhios, pouco interessado em os resolver e a sua actuação em relação a territórios como o Luso ou a Mealhada, e não quero citar outros, tem sido pouco feliz, senão mesmo desastrosa.

No caso gravoso da defesa das termas, talvez a maior potencialidade deste município, não deram um único passo na tentativa da sua recuperação ou do cumprimento dum contrato de concessão que provavelmente não é cumprido. Esta é uma inacção imperdoável, uma incapacidade que roça a completa irresponsabilidade na defesa dos interesses não só da freguesia termal, como do município, da sua riqueza, das suas mais valias e dos seus empregos. Podem contratar os assessores que quiserem que é fácil e barato, mas dificilmente apagarão a imagem dum trabalho medíocre e inexistente.

Parabéns aos saltimbancos que, ensaiando no meio da rua, deram uma digna lição de amor, solidariedade e arte cénica, mostrando que a freguesia, mesmo em condições precárias, continua a manter neste capitulo uma velha experiência de saber e qualidade, mas que corre o risco de se perder face á atitudes como estas, de autarcas com dois pesos e duas medidas num pequeno concelho de filhos e enteados.                                     

Luso,Novembro,2016                Águasdoluso.blogs.sapo.pt

 

 

publicado por Peter às 16:45

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Segunda-feira, 28 de Março de 2016

SALVE-SE QUEM PUDER

IMG_003.jpg

Da revista "SALVE-SER QUEM PUDER" levada á cena

no Cine Teatro Avenida do Luso nos dias 25 e 26 de

Junho do ano de 1977 , com lotações esgotadas , um  

momento hilariante entre o chefe da estação, o chefe

Briol ou Britol e o  Martinho de Várzeas,

protagonizados respectivamente por Luis da Zenit e

António  Rocha. No segundo e terceiro dias da

representação podia haver um fogo em Varzeas que

ninguém lhe acudia.

 

          chefe Briol.jpg

Outra imagem da mesma revista e do mesmo sketch

com o mesmo chefe Briol e um turista acabado de

chegar ás Termas ,  o actor Paulo Carvalho.

Como a saudade não morre e o Luso não tem  

sala para teatro nem cinema , há que exigir à Câmara,

que  não comprou o Teatro Avenida para capoeira, que

respeite o Luso e reconstrua o espaço histórico para

uso da sua população. Das Águas do Luso, na última

dezena e meia de anos, já recebeu dinheiro suficiente

para fazer vinte cinemas. Onde gastou essse

dinheiro que  pertence éticamente á freguesia

do Luso ???

 

 

 

 

 

 

publicado por Peter às 23:33

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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2015

POSTAL 1945

largo.jpg

Velho postal da década de quarenta do século passado

com imagem do Largo do Casino, centro urbano das Termas.

Em frente o antigo Hotel dos Banhos, nespereiras e

recepção. Os carros em primeiro plano são dois táxis

da época.

publicado por Peter às 15:17

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

REVISTA

caiador.jpg

(Ferraz, o pintor, Aurora, a rapariga, Santos, o Compere)

 

-Olha lá Manel, onde é que vais com tanta pressa?

-Em cumprimento de ordens da Câmara pintei as casas todas

do Luso, agora vou pintar a Câmara , que bem precisa.

 

 ( revista Alto Lá Com  Isso , oficialmente Costa do Sol em Festa)

em 12/13-janeiro-1963,Cine Teatro Avenida-Luso)

publicado por Peter às 21:12

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Domingo, 6 de Janeiro de 2013

FOTO

 

Fotografia curiosa batida nas escadas laterias do

Casino do Luso.

Conhecidos:Benjamim,Pimenta, João Padeiro,Rosa

Costa,Isilda,Quitas,Maria Cabral,Joaquim Ferreira,

António Ferreira, António Benjamim,Pais Pinto...

ANO : 1930,40,50 ???

Festejos de ??????????

publicado por Peter às 18:06

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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

LINHA DA BEIRA ALTA

                                                                                                              

Aqui está uma velha fotografia (1875-1882)

documentando a contrução da Linha da Beira Alta ,

da ponte chamada de Varzeas e da estação do LUZO,

depois LUZO-BUSSACO. A Via  e a estação, foram

inauguradas em 6 de Agosto de 1882 

 

                                                                                                                  

Uma imagem de um  Sud Express  que circulava na

 via entre Lisboa e Paris . ( foto net-CP)

publicado por Peter às 19:05

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