Terça-feira, 15 de Agosto de 2017

FOGO QUE ESPREITA

 

RSCN5188[1].JPG

Como se pode ver pela imagem a floresta selvagem 

frente ao Parque de Campismo do Luso  coloca em

perigo aquela estrutura turistica. Propriedade da

Câmara  da  Mealhada, este terreno , juntamente

com a Mata Nacional do Buçaco e os recentes fogos na

freguesia de Barcouço, ilustram bem as preocupações

e os cuidados que  autarquia dedica á protecção de

pessoas, de bens , de  interesses turisticos e

económicos do concelho.

Primeiro as festas e romarias que dão votos, depois

tudo o resto. Porém, vive-se no depois e não no antes.

Imagine-se o que seria se  esta não fosse uma

autarquia exemplar!!!!!!! (imagem de ontem)

 

 

 

 

 

publicado por Peter às 10:53

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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017

PÁSCOA ; UM FANTÁSTICO FOLAR

 

DSCN4316[1].JPG

Uma imagem eloquente da Câmara da Mealhada...

 Finalmente a época pascal trouxe ao município um fantástico folar. Ainda as eleições vem no adro, em Outubro, mas o cesto dos ovos começa cedo  a encher, as galinhas poedeiras, rijas como um galo de idade já proveta, depois de quatro anos de fome deitam  fartura pelo rabo, uma espécie de multiplicação dos pães na época da ressurreição do Senhor, um milagre depois de quatro anos sem dinheiro e sem ideias , tirado da cartola  dos estrategas políticos  do concelho. As obras futuras que têm sido anunciadas na imprensa da região são tantas em quantidade e volume de custos que num país em crise e a viver na corda bamba duma divida tolerada é provavelmente  impossível a sua concretização!

Excluindo uma mina de ouro ou poços de petróleo descobertos no município, coisa que não aconteceu, só o melodrama dos votos pode justificar este empanturrar do eleitor com promessas  que o tempo dirá são balões de oxigénio para manter no poder o mesmo poder.  De resto, simples contas de somar e subtrair transformam a fartura das obras em  propaganda política, não se sabe se paga se gratuita, embora custe acreditar que a imprensa regional, vivendo ela própria a balões de oxigénio, se preste a um serviço sem retorno que lhe compense os gastos próprios. Adiante!

No caso destas permanentes notificações induzidas, que custam caro ao eleitor pelos jornais e assessorias de pré-campanha , cabe sempre o anúncio da recandidatura dum Buçaco extremamente degradado a património da Unesco denunciando a falta de transparência e  o engano, não existindo honestidade política neste desfraldar de bandeiras, visto que se trata de anunciar como novo aquilo que já tem barbas, retirando aos eleitos de 2004 a iniciativa do início do processo e a sua inclusão na lista nacional de candidatos a partir daquela data. Agora, limitam-se a relembrar a inclusão no Buçaco na lista entre comes e foguetes como novidade,  muito mal pareceria se o não fizessem como simples gestão  do dia-a-dia da Câmara, mas fazer de nós, eleitores, parvos ou ignorantes, ultrapassa a honestidade da politiquice caseira tomando-nos por esquecidos, tolos ou  bom campo de ludíbrio.

São os foguetes supérfluos, o logro e a sem vergonha política do pequeno poder local. O mérito se o haveria de haver, não está com esta gente mas com quem promoveu esse primeiro passo, porque o seguinte, o dossier de candidatura, nunca ninguém o entregou, continua aguardando entre as teias do edifício municipal pelos primeiros passos, embora já tenham sido, também na senda do mesmo logro, anunciados.

Mas voltando ao assunto inicial, convém perguntar porém onde vai buscar a tesouraria municipal verbas para uma Etar, dois mercados municipais, um edifício novo para Paços do Concelho, a remodelação duma escola Secundária, um teatro em fase de acabamentos, obras na Mata Nacional, a manutenção do Palace Hotel, etc,etc?

Palavra que as contas são difíceis de fazer , mas tornam-se fáceis em ano eleitoral, pois prometer não custa nada. Se o anterior mandato foi destinado às pessoas e se gastou o dinheiro em rijas festas, este irá ser destinado às obras e já se gasta em foguetes. Porque obras, obras, só  o aumento da etar ou uma contrução nova , a única coisa prioritária deste vasto e grandioso plano, poderá levar as disponibilidades autárquicas ao rasoiro das gavetas e esperar comparticipações  de fundos europeus vai ser uma lotaria duvidosa num Portugal que continua a necessitar de gerir rigorosamente os gastos e aumentar a riqueza com investimento reprodutivo. Como as autarquias não reproduzem nada, pergunta-se se isto é um festival de hipóteses, intenções e de moedas ao ar, questão de caras ou coroas.

O único sentido destas obras, diga-se, passa por dilatar em futuros mandatos políticos a sua execução e espalhar perfume de rameira na pré-campanha, onde nem sequer há uma oposição capaz para denunciar um poder que há trinta anos repete a mesma cartilha e hoje arruína as duas principais riquezas de contexto europeu que existem no pequeno município, o Buçaco e as Termas. É o chauvinismo concelhio, outra asneira dos políticos redutores que temos tido, ser ainda mais pequena a cabeça que o território e não ter oposição ou tê-la para dizer ámen por qualquer razão incógnita. Política sem opositores é uma casa sem mulher e pensar que tudo estará bem no silêncio que se escuta é o pior  sinal da podridão dum sistema.

Temos ainda presente a trama antiga que só a queda da cadeira conseguiu alterar nos seus alicerces dogmáticos. Hoje, na mesma esfera de limites, agarram-se à cadeira como as lapas às rochas das marés, gabam-se e festejam-se a si próprios e chegam à vergonha de afirmar que vão a jogo se...se decidirem por todos, se escolherem os outros, se mandarem por todos , uma maneira de armar em democracia pessoal quando Lisboa é que manda. Este condicional democrático que foi a democracia do que foi e é a democracia do que é, tem pouco suco para dar, está gasta e corrompida, precisa de ideias, de mudança, de seriedade  e de valores . É o regime que apodrece, não a política em si.

Estas exigências baronis, filtradas por funil de latoeiro em desuso, juntas com  afirmações irresponsáveis sobre o não destino turístico do Luso e do Buçaco feitas pelo edil do pelouro e suposto candidato aos microfones duma rádio , seriam suficientes para não ter condições para se recandidatar ao lugar que ocupa e que mediocremente exerceu no mandato que termina. Mas o concelho é frágil, dependente e pouco temerário na escassez da massa crítica de que enferma e dos empregos que distribui. Vivemos em brincadeiras de mau gosto onde se faz duma arte, a da política, uma mascarada de entrudos , onde nem uma oposição que tem o dever de se afirmar pelas suas próprias causas e soluções, existe  no terreno. Que razões estarão por trás deste aneurisma alguma vez se saberá?

PS. Cabe referir igualmente a inutilidade duma Asembleia Muncipal controlada pelo executivo, totalmente incapaz de dar uma para a caixa no concerto municipal . Entre afectos e do contra parecem da mesma confraria !

Quinto  ,Abril,2017                      Águasdoluso.blogs.sapo.pt

 

 

 

publicado por Peter às 13:24

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Domingo, 5 de Março de 2017

AS TERMAS

CSC_0110[1]

N  este mês de Fevereiro as Termas do Luso mudaram de dono mais uma vez. Não sei se mudar de dono será o termo apropriado para sublinhar o fenómeno, pois um acontecimento contrário havido há poucos anos desmembrou a estrutura accionista da empresa em duas metades imperfeitas, metades essas agora devolvidas ao primitivo estado, ou seja, á posse do proprietário original, a sociedade das águas. Leva-nos a crer que tudo não passou de arranjos e desarranjos nas barbas dum poder político falido, um “trinta e um de boca” como diz o português, dada a aparente facilidade com que tudo se faz e se desfaz nas mãos do concessionário sem intervenção do concessor. Na prática um gestor que nunca fez falta á terra foi-se embora e outro que mantem algumas ligações á terra tomou conta da gestão, segundo as nossas fontes provisoriamente e dentro dum acordo que retira a propriedade termal a essa gestão independente através do ex-hotel das termas.

Na situação precária em que está a estância no que diz respeito a utentes e serviços prestados, este passo é mais um episódio da saga dos balneários que tinham os mil e seiscentos utentes que com frequência relembro antes da “requalificação “ ( já teve quatro mil)  e hoje nem atingem o número de seiscentos depois da “requalificação.” O desastre está na clara evidência dos números dêem-lhes as voltas que quiserem os intervenientes.

Se algo de positivo se sentiu em redor desde acto empresarial foi o recato, o pouco alarido em volta da questão, o que tanto pode significar coisa nenhuma como significar alguma prudência no assumir dum novo estilo, por falta de perspectivas ou definições sobre o futuro ou, como seria bom para o território, o enveredar cautelosamente por cumprir o contrato de concessão e ressuscitar o complexo termal e as valências que sucumbiram no investimento requalificativo, três milhões comparticipados a mais de setenta por cento pela CEE e não três milhões do bolso da empresa como quis fazer passar o seu orador oficial no acto testemunhado.

Se assim não for, será mais um passo em falso na valorização das termas e de todo o território municipal e este reassumir dum protagonismo na matéria não terá peso nem medida no tecido económico envolvente. O território, perante a incapacidade política de trinta anos de poder, precisa tanto das termas como de gente nova com massa cinzenta que desafie a estagnação existente e procure vias diferentes para o seu desenvolvimento,  bem situado mas perpetuamente  carente de ideias , desafios e apostas certas.

Nas termas, é a sociedade das águas quem recolhe o único proveito da maior riqueza existente no subsolo local mercê da concessão que tem do Estado Português e que, quer pelo contrato, pela legislação ou por simples dever ético deveria ser o motor do desenvolvimento local através da área que dirige e explora. Isso que faz parte da concessão de qualquer bem público e não tem sido cumprido, destruiu a vila termal, desfez empregos, fechou quartos e unidades de alojamento, arrasa o pequeno comércio, com a activa cumplicidade duma autarquia apostada numa política destrutiva. Em pouco tempo se acabou com o sonho dum homem sério e de visão, o único nascido neste concelho, Costa Simões, um pioneiro de olhos abertos e com amor e interesse pela sua terra.

No recente ato pronunciado, algumas palavras dos responsáveis terão pretendido dar garantia aos eventuais protocolos existentes, presumimos uma abertura ao exterior. São palavras apenas, oxalá esses desígnios sejam cumpridos e as estruturas termais não se venham a transformar num complexo privado ao serviço da unidade hoteleira que o abrigou, deixando o pouco que resta da vila termal ao abandono. Uma coisa é certa, enquanto o concessionário termal não der sinais doutra postura e prática consoante os deveres contratuais que englobam águas e termas, a pouca credibilidade mantem-se, as termas serão o anedotário em que se transformaram e sem investimentos e uma gestão criteriosa e agressiva continuarão a não trazer clientes como vem acontecendo.

De facto, se a concessionária, único beneficiário do bem que é a água da mina , não investe para lá da água engarrafada, quem irá investir num amanhã em que o próprio explorador do possuído não acredita?

Como o poder artesanal que nos governa, local e o nacional que é responsável pela concessão, e não a autarquia Câmara através do logro que faz passar por aí, estão por qualquer razão adormecidos, apenas as palavras proferidas no acto da mudança, ouvidas e escritas nos pequenos jornais locais deixam uma mínima nesga de profética esperança no sentido de que alguma coisa possa mudar no estabelecimento termal que venha a ter alguma repercussão positiva no município.

PS- A propósito de município, gostava de sugerir um peditório entre todo o cidadão deste concelho a favor da Câmara Municipal com o fim de ser utilizado na reposição dum vidro da cúpula da Fonte de S. João, um vidro que se encontra partido e estilhaçado há um ano, pois pelos vistos a autarquia não tem dinheiro para o comprar e mandar repor no sítio. Em simultâneo aproveitavam para pintar de azul o nojento rebordo da mesma cúpula que se encontra impróprio para ser visitado por qualquer turista ou cidadão. Como os autarcas não têm vergonha eu próprio colocarei á disposição, se necessário, uma lata de cinco litros de tinta para o efeito. É quanto basta!

Luso,Fevereiro,2017                                                                   

 

 

 

 

 

 

publicado por Peter às 22:36

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Sábado, 25 de Junho de 2016

EPPUR SI MUOVE!!

 

029.JPG

E no entanto ela move-se !

Esta é  a velha questão de Galileo Galilei ! Tal como a velha história do lobo quanto mais grita o pastor mais desacreditado fica ! Afinal a Delegação de Saúde confirma em Maio as análises de Março e outras análises anteriores e é sobre estas cordas bambas  que os responsaveis da politica funcionam. Afinal amargamente nos conceitos rotineiros de donos e senhores do pequeno mundo que  criaram. O  mundo deles, o seu próprio parque Jurassico! O rei parece ir nú.  Pobre do rei , julga que vai vestido! Não é o primeiro nem será o último a ser apanhado com as ceroulas  na mão, mas de facto desnudou-se numa triste figura. O rei, os fidalgos  da sua real cabana , o clero ,os morgados, as mordomias !  Naquela terra já se viveram melhores dias , mas a gente conhece, entre súbditos e não subditos que a água anda inquinada .

Às vezes, num periodo calmo e de alguma paz dentro do reino as análises do feiticeiro aparecem correctas. A abundância é muita, jorra por todo o lado e arrasta das encostas, das ruas, das avenidas a vilania dos servos. O contrário do que diz o rei , mas depois umas festas mais ou menos medievas fazem o contentamento  dos justos , os pandeiros animam-se pelos becos, os arautos espalham os dourados, os saltimbancos instalam-se nos pátios , os bombos ribombam e distribuem-se moedas e lagostas ,perdão, sardinhas, entre o aglomerado. A corte tem destas francas ofertas  para contentar os desgraçados  e ajudar a  esquecer  as misérias diárias ,mas isso nunca apaga verdades. Os tronos estão em guerra e nem os dotes do mago nem os sorrisos dos bobos duram sempre e a água, essa que nasce  cristalina como dizem , vinda lá das furnas serranas não se sabe donde, suja-se.  Além de imprópria é suja como lamas do inferno . Levam-na encanada e não fica cá nada ! E riem-se dos sertanejos, dos moleiros, dos pastores, dos burriqueiros, dos bem intencionados !

Estão-se nas tintas para o turismo e hotelaria! Desenrasquem-se!!!

Quando o rei soube disto da  inquinação que despoletei em Março  levantou-se e disse: - Não ! O rei afirmou solenemente que nada disso acontecia e reunindo a corte com  os seus cortesãos , os fidalgos, morgados e controleiros  mandou-os   dizer que não.  E todos disseram não. Peço desculpa, eu disse controleiros  mas  disse mal , palafreneiros é o que queria dizer. Palafreneiro, do latim Palafredárius  era  uma espécie de ministro dos cortejos e das festas e zelador dos protocolos. Não e não ,repetiram em coro !

-Sabotagem!  Ouviu-se depois  o rei clamar !E todos repetiram de imediato:     

-Sabotagem! Sabotagem ! Sabotagem! Três vezes sabotagem !!!

E escolheram  até o actor da blasfémia , o criminoso que dá origem á dita inquinação.

-Abaixo a recolha ! Gritou o rei. E todos aclamaram, abaixo a recolha !

Até a própria Recolha ficou admirada com a importância que nunca lhe fora atribuida e encolheu-se como se encolhem as recolhas cuja significação não significa nada.   Mas mesmo assim o diabo da água não cristalinizou. As análises mantem o seu veredito, de IMPRÓPRIA , no mês  de Maio !  E chamam-lhe maravilhosa ! O absurdo!!!

Mas descansem os subditos,  o rei  não caiu da cadeira abaixo, quero dizer, do trono, ele  ouviu os conselheiros , alguns menos maus outros piores e decidiu de repente virar o bico ao prego. Reconheceu  conforme o real saber ,que afinal há mesmo inquinação ! Vestiu as calças ainda a tempo por cima das ceroulas e não se sabe  se decidiu substituir  os velhos aquedutos do tempo da romanização , mas esse é o único remendo  plausivel e  eficaz.  Fez bem o rei ao explicar aos subditos a origem e o conteúdo  da estrutura que ainda nasce livre   entre os dejectos dos servos da gleba e dos vilões, conspurcada afinal por matérias fecais ou coliformes.  Não tão inofensivas como o rei profetiza, a não ser  que o sejam no seu reino por sua expressa lei! Mas dando  razão ao pagode não necessitava levar a realeza até ao ponto extremo de dar o dito por não dito.

Para terminar, só pretendo dizer para humildemente corrigir o rei que a água bruta pode ter melhor ou pior sabor ,mas a àgua pura  ainda não tem qualquer sabor  e foi sempre de água pura que se falou no reino em relação á fonte deste santo João Evangelista.  Parece de facto distraído em relação ao Condado. Desde que me lembre , e já sou muito velho, já tenho calos no rabo como o santo, a àgua do S.João foi sempre própria e destinada ao  consumo humano  e nunca soube a nada.Como pode ser cristalina e maravilhosa , com sabor??? Alguém anda a meter os pés pelas mãos no negócio da água ! Não admira !O rei não sabe do seu reino e não é uma estupida tabuleta que resolve a questão perante os milhares de pessoas , que beberam e bebem das onze bicas da fonte. O Turismo também não é nada disto! O condado ainda oferece ao reino , de mão beijada, dinheiro suficiente para ser considerado!  Penso que não só o Condado  como o próprio  reino, merecem outro tratamento , porque assim não se vai longe !!!

Galileo Galilei , que era sábio e fisico e já tinha a cabeça em cima do atado das vides para ser queimado vivo quando se retratou perante os bispos ,  cerrando os dentes  murmurou:

-E no entanto ela move-se !!! Eppur si muove, na língua original!

E de facto  a Terra continua a andar certinha  a órbitar o sol!

Nervi, Junho, 2016                                                  Àguasdoluso. blogs.sapo.pt

 

publicado por Peter às 19:50

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Sábado, 9 de Abril de 2016

FONTE DE S.JOÂO

DSCN4545.jpg

Para que não haja duvidas sobre a qualidade da água

aqui fica a fotografia tirada em 26 de Janeiro passado, referente

a uma amostra recolhida em 12 de janeiro, conforme se pode

ver na foto e que  ainda se mantinha afixada em 6 de Março.

Isto parece ser  a  salutar prática em prol da pureza da

água. O Luso parece  estar na lista negra  da Câmara.

piramide.jpg

Nesta outra fotografia, tirada ontem, apesar da fraca

qualidade da chapa, pode-se ver que as autarquias, quer

Câmara quer Freguesia, não tem dinheiro para comprar

um litro de tinta maritima para mandar pintar o friso azul

em volta da pirâmide da Fonte S. João. Neste caso, o

comentário resume-se a dizer que há por aí muitas

pocilgas que estão mais limpas do que isto. 

HAJA DEUS!!!!!

 

publicado por Peter às 12:01

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...

DSCN4545.jpg

Para que não haja duvidas sobre a qualidade da água

aqui fica a fotografia tirada em 26 de Janeiro passado, referente

a uma amostra recolhida em 12 de janeiro, conforme se pode

ver na foto e que  ainda se mantinha afixada em 6 de Março.

Isto parece ser  a  salutar prática em prol da pureza da

água. O Luso, convençam-se lusenses, está na lista negra

da Câmara.

piramide.jpg

Nesta outra fotografia, tirada ontem, apesar da fraca

qualidade da chapa, pode-se ver que as autarquias, quer

Câmara quer Freguesia, não tem dinheiro para comprar

um litro de tinta maritima para mandar pintar o friso azul

em volta da pirâmide da Fonte S. João. Neste caso, o

comentário resume-se a dizer que há por aí muitas

pocilgas que estão mais limpas do que isto. Haja alguma

decência !!!!!!

 

publicado por Peter às 11:45

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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

DE LUSO

 

 RSCN4497[1]

Quando a apresentação do livro em título chegou ao fim, um velho lusense que já tinha pedido a palavra por três vezes, concluiu em público que não estava esclarecido sobre o uso da preposição de ou da contracção da preposição e artigo/pronome demonstrativo do, para nomear ou definir a terra, ou seja, de Luso ou do Luso, tal qual como de Porto ou do Porto, de Madeira ou da Madeira. A verdade é que o livro não tratava, ou não trata desta matéria, o livro do Nuno Alegre pretende tratar do Luso na vertente de outro saco, esse que diz respeito ao negócio do turismo e hotelaria que é ao mesmo tempo o negócio do Luso há exactamente 163 anos e que está como se sabe, em maus lençóis. O autor, que aborda o assunto de forma temerosa e diplomática, tem interesses e paciência que eu não tenho, até porque a idade já não me permite tê-la e coloca uma série de questões ou desafios tendentes a chamar a atenção para recursos hipotéticos, para desafios especulativos, para, com um pouco de imaginação e filosofia sonhar uma realidade de que o Luso precisa com urgência para se manter no trilho que, há século e meio iniciou e que os tempos modernos abruptamente cortaram. Há que fazer ou refazer alguma coisa!

Foi por isso que quando o antigo lusense, é mais simpática a semântica, não entendeu a questão de ou do, eu associei ao assunto o próprio documento escrito que acabávamos de folhear e que á primeira vista não é um livro histórico embora fale de história, não é um livro de economia embora seja economia, não é um livro de turismo embora tenha um objectivo turístico, não é um livro de markting embora o pretenda ser, não é um livro filosófico nem politico, embora diga respeito a essas e outras áreas. Mas é quanto a mim, parafraseando Pessoa, um livro do desassossego e do desespero por que passam as termas do Luso, a sua hotelaria, a sua gente, a sua sobrevivência. O livro responde com uma atitude positiva, activa e dirigida a um amanhã que terá de se encontrar de qualquer maneira se, repito se, os políticos que gerem esta coisa a que alguém chamou geringonça, também lhe poderia ter chamado submarino, sintonizarem o interesse nacional, a seriedade, a competência e dignidade, olhando para as pessoas do seu país antes de repararem no umbigo de si próprios, dos amigos, do partido, dos bancos e da corrupção.

Se porém continuarmos com este espírito canalha, anárquico e reviralho da primeira republica, adeus viola, Portugal não sai do tremendo défict publico e privado que lhe faz vergar os costados perante a voz dos credores e a crise que teremos pela frente será cada vez pior. E depois, não há Mários Draguis todos os dias para nos lançar uma bóia de salvação quando a corda aperta a garganta antes do afogamento. Por sua intercepção, como dizem dos santos os religiosos, ainda vamos nessa bóia com o gargalo de fora e não pelas boas gestões de governos inconscientes, mentirosos e pouco honestos.

O livro parece-me uma pedrada no charco. Útil? Tem a grande virtude de não se acomodar aos factos. De apontar vias e desafios quanto a mim exageradamente especulativas mas isso, o futuro o dirá. Pessoalmente, acredito mais depressa numa recuperação das termas que na descoberta dum mosteiro da Vacariça desaparecido há mil anos ou nos cacos duns romanos sob a avenida Navarro. Parado como está o motor contratual do desenvolvimento os vestígios dum recomeço ainda não existem.

Mas acredito ao mesmo tempo que sem uma estratégia municipal de forte apoio e forte empenho pelos interesses da terra, das gentes e dos munícipes, sem segredos, sem mentira e sem balões de ensaio, não há caminho possível e neste campo, por distracção, desconhecimento, ou outros interesses colaterais, os prenúncios da governação local não são nada animadores. Mas isto, merece por si só um comentário próprio.

Luso,1 de Dezembro, de 2015                                           Águasdoluso.blogs.sapo.pt

 

 

publicado por Peter às 18:36

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Terça-feira, 1 de Setembro de 2015

CAI E NÃO CAI...

DSCN4316[1].JPG

Este placa no centro das chamadas Termas do Luso

parece embriegada...ou ela ou quem dela trata!!!!

Esta placa de sinalização passou o Verão neste estado.

Apesar da água abundante há quem não tenha os olhos

limpos para ver a embrieguez de que enfermam os sinais, isto

para além da asneira técnica de colocar tanta informação num

único bloco. Não sei quem toma conta destas coisas, mas 

concerteza Câmara ou Freguesia andam completamente

cegos!!!

O único de olhos abertos está na estátua , Navarro, que 

mesmo de bronze não aprova este fenómeno!

publicado por Peter às 20:07

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

LUSO COM GÁS...

com gaz.jpg

176-CRÓNICAS LOCAIS

Foi com alguma surpresa que o Luso apareceu hoje modificado pela esperteza do markting das águas. Isto porque, em tempos não muito longos o Luso já produziu água com gás para chegar à conclusão que   a água, na sua pureza original repele gazes, prefere ser lisa, como nasce. Desistiram então. Hoje, os experts repetem a experiência. Ora estas coisas  tem a ver directamente com o Luso, Luso é o  nome de terra, da localidade que já existia antes da nacionalidade, a água tem o seu nome , é  um produto antigo, filho do ambiente, natural, não é daqui  ou dali, é do Luso. E a concessão está pendurada na nascente termal, que o  dono Estado, nós por definição, pode pôr o concurso! A população está farta de ser espoliada do seu único bem, que é a água, pela concessionária da mina,  que essa mesma mina  é uma concessão do Estado Português a preços de saldo, Estado que não tem tido  homens à altura de proteger o património que a todos nós pertence. Quem ganha com a situação, não sabemos, mas o Luso ou Portugal, não são.

Essa população  antes de  tudo, gostaria de saber  porque razão aniquilaram a estância termal com  dinheiro dos contribuintes portugueses e da CEE, porque razão fecharam o bloco da fisioterapia, porque razão transferiram   a água encanada estrada abaixo  enchendo o vasilhame a cinco quilómetros da nascente, porque razão  mudaram os escritórios e a sede da empresa para Lisboa e depois para Cracóvia, na Polónia e porque razão o Luso e a sua freguesia recebem ZERO pela exploração da água da mina.

RSCN3902[2].JPG

 O ensaio  televisivo com gaz lacrimogénio!!!!

SIM, não é mentira , o LUSO E A SUA FREGUESIA NÃO RECEBEM QUALQUER COMPENSAÇÃO pela exploração da mina que tem no subsolo. ZERO. Isto é um absurdo dum país irresponsável que  não se cansa de sacar dinheiro ao cidadão para beneficiar extra terrestres da teia empresarial!  De estrangeiros no caso!!!!! Hoje apareceram aí armados em proprietários e mudaram o nome á terra. Pagaram a televisões para virem ver mas as mesmas televisões não quiseram ouvir quem tem as  suas razões no âmbito local. São as televisões que temos, vendidas! Transportaram em autocarros figurantes de Lisboa, duzentos e vinte quilómetros para cada lado e a ESTÂNCIA TERMAL DO LUSO que noutro tempo teve nome e movimento, está reduzida a um terço do que era em nome do desenvolvimento. Uma empresa que foi a maior empregadora do concelho, hoje deixa o concelho nu e  sem  futuro. São holandeses os seus donos, tem sede em Cracóvia, na Polónia e  vendem também uma cerveja chamada Heineken! Como conheço um bocado da Holanda não sei se são eles os promotores deste estado de coisas se os seus mandaretes nacionais, tradicionalmente mais papistas que o papa quando se trata do seu concidadão. Desta vez trouxeram garrafas de gás com àgua ou de àgua com gás para enganar o Zé, que era meu tio. Lacrimogênio é que devia ser! Cantaram e dançaram mas tudo, mesmo tudo, ensaiado para televisão filmar. Para o Luso, NADA, ZERO!!! Eles comem tudo!

Devia haver vergonha!!!!! Ou não deveria haver?

publicado por Peter às 18:50

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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

FONTE DE S.JOÃO 4

 

 

      

 

   VERSÃO DE 1989

  Do colapso em que vive o Luso, vamos pescar uma imagem irremediavelmente perdida, talvez a  fonte mais conseguida alguma vez feita. Do ano de 1989, fruto de lutas resultantes da escassez de água e de roturas  sob o recinto.Era presidente da Câmara Emídio Santos que, diga-se, tratou bem a água do luso.

 

publicado por Peter às 10:59

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