Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

DE LUSO

 

 RSCN4497[1]

Quando a apresentação do livro em título chegou ao fim, um velho lusense que já tinha pedido a palavra por três vezes, concluiu em público que não estava esclarecido sobre o uso da preposição de ou da contracção da preposição e artigo/pronome demonstrativo do, para nomear ou definir a terra, ou seja, de Luso ou do Luso, tal qual como de Porto ou do Porto, de Madeira ou da Madeira. A verdade é que o livro não tratava, ou não trata desta matéria, o livro do Nuno Alegre pretende tratar do Luso na vertente de outro saco, esse que diz respeito ao negócio do turismo e hotelaria que é ao mesmo tempo o negócio do Luso há exactamente 163 anos e que está como se sabe, em maus lençóis. O autor, que aborda o assunto de forma temerosa e diplomática, tem interesses e paciência que eu não tenho, até porque a idade já não me permite tê-la e coloca uma série de questões ou desafios tendentes a chamar a atenção para recursos hipotéticos, para desafios especulativos, para, com um pouco de imaginação e filosofia sonhar uma realidade de que o Luso precisa com urgência para se manter no trilho que, há século e meio iniciou e que os tempos modernos abruptamente cortaram. Há que fazer ou refazer alguma coisa!

Foi por isso que quando o antigo lusense, é mais simpática a semântica, não entendeu a questão de ou do, eu associei ao assunto o próprio documento escrito que acabávamos de folhear e que á primeira vista não é um livro histórico embora fale de história, não é um livro de economia embora seja economia, não é um livro de turismo embora tenha um objectivo turístico, não é um livro de markting embora o pretenda ser, não é um livro filosófico nem politico, embora diga respeito a essas e outras áreas. Mas é quanto a mim, parafraseando Pessoa, um livro do desassossego e do desespero por que passam as termas do Luso, a sua hotelaria, a sua gente, a sua sobrevivência. O livro responde com uma atitude positiva, activa e dirigida a um amanhã que terá de se encontrar de qualquer maneira se, repito se, os políticos que gerem esta coisa a que alguém chamou geringonça, também lhe poderia ter chamado submarino, sintonizarem o interesse nacional, a seriedade, a competência e dignidade, olhando para as pessoas do seu país antes de repararem no umbigo de si próprios, dos amigos, do partido, dos bancos e da corrupção.

Se porém continuarmos com este espírito canalha, anárquico e reviralho da primeira republica, adeus viola, Portugal não sai do tremendo défict publico e privado que lhe faz vergar os costados perante a voz dos credores e a crise que teremos pela frente será cada vez pior. E depois, não há Mários Draguis todos os dias para nos lançar uma bóia de salvação quando a corda aperta a garganta antes do afogamento. Por sua intercepção, como dizem dos santos os religiosos, ainda vamos nessa bóia com o gargalo de fora e não pelas boas gestões de governos inconscientes, mentirosos e pouco honestos.

O livro parece-me uma pedrada no charco. Útil? Tem a grande virtude de não se acomodar aos factos. De apontar vias e desafios quanto a mim exageradamente especulativas mas isso, o futuro o dirá. Pessoalmente, acredito mais depressa numa recuperação das termas que na descoberta dum mosteiro da Vacariça desaparecido há mil anos ou nos cacos duns romanos sob a avenida Navarro. Parado como está o motor contratual do desenvolvimento os vestígios dum recomeço ainda não existem.

Mas acredito ao mesmo tempo que sem uma estratégia municipal de forte apoio e forte empenho pelos interesses da terra, das gentes e dos munícipes, sem segredos, sem mentira e sem balões de ensaio, não há caminho possível e neste campo, por distracção, desconhecimento, ou outros interesses colaterais, os prenúncios da governação local não são nada animadores. Mas isto, merece por si só um comentário próprio.

Luso,1 de Dezembro, de 2015                                           Águasdoluso.blogs.sapo.pt

 

 

publicado por Peter às 18:36

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Terça-feira, 8 de Setembro de 2015

TERMAS DO LUSO

 

DSCN4319[1].JPG

Depois do post anterior mostrando o arranjo do Chafariz demos dois

passos atraz e abrimos campo a nova fotografia e a imagem é esta. 

Explicando :

o Chafariz  recuperado está atrás desta guarita de 

sentinela usada pela  Àguas do Luso/Cerveja Heineken no tempo

em que tinham medo dos ladrões. Hoje é propriedade da Fundação

Bissaia Barreto que pelos vistos não tem dinheiro nem sensibilidade

para mandar pôr abaixo este exemplar restante do que tinham por

turismo termal. É que isto situa-se na prática no hall exterior das

Ex-Termas do Luso,hoje Clinicas Maló, por isso o local ideal para

despejar o lixo. Mas há mais...como se vê na fotografia seguinte:

DSCN4317[1].JPG

 Este edificio que se situa exactamente atrás da guarita anti roubo

é o que resta do balneário de segunda, quando as termas

tinham um balneário de 1ª classe e um balneário de 2ª classe.Também

foi doado á Fundação Barreto pelo concessionário das  Àgua do Luso,

dando assim cabal cumprimento ao contrato de concessão cujo objectivo

é o desenvolvimento das termas .Este recuo é evidente que não cumpre

o contrato, mas isso para os  políticos e pseudo  governantes deste

país não tem qualquer importância. Somos ricos e isso basta para nossa

felicidade  e bem estar. Basta dizer , sublinhe-se!!!!

Quanto às termas actuais, comparativamente com estes outros tempos,

nem mini termas chegam a ser!!!

Que país é este afinal ????

publicado por Peter às 21:15

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015

CHAFARIZ

DSCN4314[1].JPG

 Endireitada a sinalização do post anterior, quem sabe se 

à custa de algum comprimido, é com prazer que se coloca

a pedido o chafariz de 1910  que foi recentemente recuperado

como se pode ver. Para alguns, falta a pia ou bebedouro dos

animais , para outros os bois  que ali bebiam , para outros porém,

alguns burros também vinham a propósito. Seja como for está

bonita a fonte , mas faltam as hortenses laterais, essas que foram

as flores que por ali existiram noutros tempos.

publicado por Peter às 23:26

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Terça-feira, 1 de Setembro de 2015

CAI E NÃO CAI...

DSCN4316[1].JPG

Este placa no centro das chamadas Termas do Luso

parece embriegada...ou ela ou quem dela trata!!!!

Esta placa de sinalização passou o Verão neste estado.

Apesar da água abundante há quem não tenha os olhos

limpos para ver a embrieguez de que enfermam os sinais, isto

para além da asneira técnica de colocar tanta informação num

único bloco. Não sei quem toma conta destas coisas, mas 

concerteza Câmara ou Freguesia andam completamente

cegos!!!

O único de olhos abertos está na estátua , Navarro, que 

mesmo de bronze não aprova este fenómeno!

publicado por Peter às 20:07

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

REVISTA

caiador.jpg

(Ferraz, o pintor, Aurora, a rapariga, Santos, o Compere)

 

-Olha lá Manel, onde é que vais com tanta pressa?

-Em cumprimento de ordens da Câmara pintei as casas todas

do Luso, agora vou pintar a Câmara , que bem precisa.

 

 ( revista Alto Lá Com  Isso , oficialmente Costa do Sol em Festa)

em 12/13-janeiro-1963,Cine Teatro Avenida-Luso)

publicado por Peter às 21:12

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Terça-feira, 31 de Março de 2015

TURISMO

DSCN3971[1].JPG

Esta fotografia foi feita hoje, agora,faz parte do meu 

passeio higiénico nocturno e como se pode ver refere-se

a um trecho geral do Parque do Lago na chamada

estância termal do Luso ,  Malo clinicas de apelido.

Bati eu  próprio o boneco com a minha máquina de

dizer mal, pobre coitada, tanto ela como eu estamos fartos 

de gastar bites em prol de coisa nemhuma. É isto que 

devem ter visto na BTL em Lisboa por outras palavras

ou imagens pela mão da  camara da Mealhada, do

Turismo do Centro da água que nasce no Luso.

Estamos na semana da Páscoa, e isto é Turismo, talvez

faça parte do Golgata que esta terra atravessa. Alguns

clientes do hotel passam por mim a olhar desconfiados

como se estivessem em Kiev ou na Crimeia  eu fosse

um Kurulenko qualquer. Regressam subito á portaria

do hotel , o melhor sítio para estar, como na India.

Com a extinção dos orgãos de propaganda chamados

Juntas de Turismo deitaram-se no lixo cento e cinquenta

anos de saber, de conhecimento, de usos e costumes,

de negócios, de clientes e profissionais.

Hoje manda uma clientela politica a soldo dos partidos

cujos interesses passam por um rendimento certo  e que,

coitados, não sabem nada do assunto e pouco ou

nada se importam com tanto não saber. Não admira

que não saibam, falta-lhes os cento e cinquenta anos

de prática com inclusão dos trabalhos de parto, nem 

sempre um paraíso e nunca, isso é que nunca, um

chuveiro de notas  caido das dificuldades e da fome

dos contribuintes via cofres de fariseus , cobradores

e piores ainda

Não vale a pena adiantar mais dizendo mal , mas não

existem razões para dizer outra coisa num país que 

afinal se transformou  numa toca de raposas.

A foto, é eloquente e atractiva, assim não falte quem

por ela venha!!! A beleza a que chegou esta estância

que um dia foi termal, está á vista !!!!

 

 

 

publicado por Peter às 22:04

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

CHAVES VIVE/LUSO MORRE

 

TermasChaves.jpg

A notícia TERMAL E NÃO SÓ ...

Chaves investe 6 milhões de euros no sector termal

 

Lusa 24 Mar, 2015, 18:45 (excerto)

Chaves está a concretizar um investimento de seis milhões de euros no setor termal que é considerado estratégico para impulsionar a economia do concelho, disse o presidente do município. Hoje o termalismo é considerado um sector estratégico e, é por isso, que o município está a concretizar um investimento de seis milhões de euros, comparticipados por fundos comunitários, na requalificação do balneário de Chaves e na reconstrução de um novo balneário em Vidago.  O presidente do município, António Cabeleira, anunciou hoje, em conferência de imprensa, que o complexo de Chaves reabre no sábado, depois de obras que tiveram um custo final de 3,1 milhões de euros.  “Estamos no melhor balneário do país. Aqui aliamos as instalações à qualidade da água”. Cabeleira referiu que está a ser preparado um plano de promoção agressivo para recuperar os aquistas que frequentavam o complexo, para conquistar mais utentes nacionais e internacionais, principalmente os provenientes do norte da Europa. O grande objetivo agora é, segundo sublinhou, a internacionalização do balneário termal. O objetivo da remodelação foi também separar as áreas do tratamento e do lazer, para criar condições para as termas funcionarem o ano inteiro. Destacou ainda que uma das valências que é agora uma grande aposta é a da reabilitação, estando ao dispor dos utentes fisiatras e fisioterapeutas.A intervenção nas termas implicou ainda a requalificação da área envolvente, melhoria das condições de segurança, serviço e conforto, construção das acessibilidades para pessoas com mobilizada reduzida e criação de um observatório de investigação às águas termais. O autarca referiu que, no ano passado, o sector sofreu um decréscimo a nível do país, também devido ao encerramento do complexo de Chaves, que é o segundo do país com maior frequência. Em 2013, o espaço contabilizou cerca de 5.000 aquistas.Este projeto vai funcionar em complemento com o Balneário Pedagógico de Investigação e Desenvolvimento de Práticas Termais de Vidago, uma obra lançada pelo município de Chaves e que representa um investimento de 2,9 milhões de euros.O presidente acredita que este espaço, que vai funcionar numa parceria com a empresa UNICER, vai abrir até ao verão e prevê que aqui venha a ser instalada uma escola vocacionada para a área do termalismo.

 

O COMENTÁRIO

Enquanto uns aproveitam as oportunidades para garantir desenvolvimento, outros, como é o caso do Luso, aproveitam os fundos comunitários para diminuir as Termas e abater valências . Algo escamoteado certamente á Comissão comparticipante, pois de outra maneira não se pode acreditar que estas situações possam acontecer utilizando dinheiros que saiem do bolso dos contribuintes. Mas outra constatação clara num lado e inexistente no nosso, é que existem estratégias para o desenvolvimento Termal que não está morto, muito menos Europa fora onde movimenta multidões. No nosso caso é pouco mais que uma pequena brincadeira limitada pela dimensão territorial e cultural, que nisto em termos de aculturação e conhecimento o nosso estádio actual concebido pelo potenciar do nosso xico espertismo , vai pouco além da pedra polida e do oportunismo sasonal da improvisação. Enquanto se procede á nova distribuição de dinheiros publicos sabemos sim que não há estratégia concelhia definida neste campo que engloba  turismo duma maneira geral, mas termalismo, natureza, ambiente e fisioterapia de modo particular, a única riqueza de conteudo universal que existe no perimetro do pobre municipio da Mealhada. A não ser que as estratégias assentem no vinho e no leitão , essa coisa maravilhosamente estupida que são as quatro maravilhas inventadas para ir á feira do Cartaxo e onde o municipio gasta o nosso dinheiro com uma única intenção, centralizar o turismo na sede do concelho e dominar pela destruição a parte da serra do Buçaco que lhe está afecta administrativamente. Sem respeito pela realidade municipal, sem respeito pela diferenciação das actividades conhecidas, sem respeito sequer pela evidência do turismo ser coisa duma única freguesia , sem respeito pela riqueza do concelho ! Por outras palavras, ou o sapateiro terá que tocar a viola , ou querem fazer do burro o cavalo de corrida coisa que, andem  por andem, não irão modificar pela impossibilidade inerente às realidades. Nem o burro há-de correr nem o pobre sapateiro arreado pela sovela aprenderá a  rabeca.

 

PS-Oliveira do Hospital vai investir 5 milhões de euros num complexo hoteleiro-termal polivalente, nas mini termas de S.Paulo, margens do rio Alva.Também estes não vendem água de mesa, o que nos leva á conclusão de que a água de mesa é um mal no estado activo. Acreditamos que ainda há-de ser comprada por chineses ou novos ricos angolanos, evidentemente com dinheiro emprestados por nós próprios, ainda muito provavelmente pagadores do mau negócio que possa vir a ser. Neste canto de novo reconduzido á ditadura de dois partidos que substituem a  velha União Nacional, duplicaram-se apenas os beneficiários, para o povo que labuta, passou a ser exactamente a mesma trapalhada, pior, bem mais pesada e custosa!! Que fim terá, é uma incógnita, mas te-lo-á concerteza, pois não se vê outro caminho para combater a crise e para pagar a divida.

 

 

publicado por Peter às 21:06

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

PURISSIMA E COM GÁS !

agua39.jpg

Para quem não lembra ou não sabe, o Luso já teve água  gaseificada. Por mais de uma vez . Uma delas, publicitada neste extrato sublinha os refrigerantes, o Yogura e a água gaseificada, 'soda water' em inglês,ou água com gaz na lingua vernácula.  Vendida em toda a parte e preferida, diz o 'actualizado' panfleto, pela classe médica, coisa que hoje não acontece. Quanto ao gás, o melhor 'Soda-water',  não conseguiu  destronar a afamada àgua do Castelo , usada para juntar ao uisque , no tempo em que não era importado. Mas se bem se lembram os bebedores , o verdadeiro uísque era substituido pelo 'uisque saloio' , onde um bom brandy substituia o uisque original ao qual se juntava igualmente a àgua Castelo num copo 'Johny Walker' para aguçar as papilas gustativas.Também o Cruzeiro teve água  com gás e o próprio Luso  a teve em outras épocas.

 

lusoranja39.jpg

 Refrigerantes, yogura, soda water

Conclusão,O Luso actual já teve tudo e muito mais do que tem hoje,foi morto por sucessivas vendas do património a intermediários para fazer lucros imediatos , isto com o aval , o silêncio e a omisssão de  organismos responsaveis pela concessão das minas. Este regresso do gás, que por razões das propriedades quimicas da água não obteve resultados, não é pois novidade nenhuma, oxalá uma solução hibrida possa resolver o assunto. 

termas139.jpg

 Emanatório Termal doutros tempos

Mas este regresso, como se vê, nada acrescenta ao Luso, morto por sucessivos concessionários. De facto, historiando  fora do negócio a vida termal que começou com a Comissão de Melhoramentos em 1852, depois de existirem banhos   desde há cem anos atrás, foi concessionada a actividade Termal e o Luso cresceu com as Termas, não com as garrafas de água. Pode-se dizer que a terra é filha das Termas e de Emídio Navarro. A concessão, como em qualquer zona de jogos, pede pagamento e desenvolvimento, porém os últimos concessionários nada mais fizeram do que matar as Termas, cujo lucro é irrisório perante o lucro das águas. Todos tem feito o possível e o impossível para destruir as Termas, pretendendo assim sacudir a  responsabilidade da parte Termal, cujo crescimento, aumento e modernização também lhes cabe. È assim que o contrato de concessão estará longe de ser cumprido, perante a ineficácia e a irresponsabilidade de políticos eleitos que vão da autarquia ao governo, embora a autarquia da Mealhada nada tenha a ver com a concessão perante a lei vigente, mas, pretendendo tirar dividendos a seu favor e não do Luso, como ultimamente se tem visto, não tem tido, a par dos órgãos governamentais  da  tutela, homens capazes de defender os interesses nacionais, não só aqui, como em muitos sectores onde se tem vendido tudo a patacos com prejuízos para Portugal e os portugueses.

06.jpg

 Repouso e relax na sala de descanso

 No Luso, por meio tostão de mel coado mantém-se a concessão em permanente hibernação sem a evidente defesa dos interesses nacionais. Acredito que um dia, com gente idónea, capaz e cidadãos conscientes dos interesses do  país, que são a defesa do cidadão e não dos banqueiros, políticos e corruptos, venham a fazer-se cumprir as leis e também a água do Luso venha a ter um concessionário obrigado a cumprir objectiva e rigorosamente as  suas obrigações como tal. Isto porque a razão e os interesses são os interesses dos portugueses e a tutela tem sempre, como gestora da propriedade, a faca e o queijo na mão. Se não o corta é porque não quer, talvez alguma vez se consiga apurar porquê. Acredito que gente que saiba governar um país com consciência e dever de servir honestamente, possa governar o património que é de todos nós, portugueses, entre ele esta pequena parcela que é a mina donde nasce a água do Luso. Enquanto isso, o Luso tem que viver com o Zero de compensação que lhe é atribuído. São poucos, os eleitores e nenhumas as vontades, mas é vergonhoso que se dê o subsolo á exploração estrangeira sem a devida compensação por parte dos exploradores que  vem sucessivamente enganando e manipulando a seu favor a destruição do património termal.

 

 

publicado por Peter às 23:29

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

LUSO COM GÁS...

com gaz.jpg

176-CRÓNICAS LOCAIS

Foi com alguma surpresa que o Luso apareceu hoje modificado pela esperteza do markting das águas. Isto porque, em tempos não muito longos o Luso já produziu água com gás para chegar à conclusão que   a água, na sua pureza original repele gazes, prefere ser lisa, como nasce. Desistiram então. Hoje, os experts repetem a experiência. Ora estas coisas  tem a ver directamente com o Luso, Luso é o  nome de terra, da localidade que já existia antes da nacionalidade, a água tem o seu nome , é  um produto antigo, filho do ambiente, natural, não é daqui  ou dali, é do Luso. E a concessão está pendurada na nascente termal, que o  dono Estado, nós por definição, pode pôr o concurso! A população está farta de ser espoliada do seu único bem, que é a água, pela concessionária da mina,  que essa mesma mina  é uma concessão do Estado Português a preços de saldo, Estado que não tem tido  homens à altura de proteger o património que a todos nós pertence. Quem ganha com a situação, não sabemos, mas o Luso ou Portugal, não são.

Essa população  antes de  tudo, gostaria de saber  porque razão aniquilaram a estância termal com  dinheiro dos contribuintes portugueses e da CEE, porque razão fecharam o bloco da fisioterapia, porque razão transferiram   a água encanada estrada abaixo  enchendo o vasilhame a cinco quilómetros da nascente, porque razão  mudaram os escritórios e a sede da empresa para Lisboa e depois para Cracóvia, na Polónia e porque razão o Luso e a sua freguesia recebem ZERO pela exploração da água da mina.

RSCN3902[2].JPG

 O ensaio  televisivo com gaz lacrimogénio!!!!

SIM, não é mentira , o LUSO E A SUA FREGUESIA NÃO RECEBEM QUALQUER COMPENSAÇÃO pela exploração da mina que tem no subsolo. ZERO. Isto é um absurdo dum país irresponsável que  não se cansa de sacar dinheiro ao cidadão para beneficiar extra terrestres da teia empresarial!  De estrangeiros no caso!!!!! Hoje apareceram aí armados em proprietários e mudaram o nome á terra. Pagaram a televisões para virem ver mas as mesmas televisões não quiseram ouvir quem tem as  suas razões no âmbito local. São as televisões que temos, vendidas! Transportaram em autocarros figurantes de Lisboa, duzentos e vinte quilómetros para cada lado e a ESTÂNCIA TERMAL DO LUSO que noutro tempo teve nome e movimento, está reduzida a um terço do que era em nome do desenvolvimento. Uma empresa que foi a maior empregadora do concelho, hoje deixa o concelho nu e  sem  futuro. São holandeses os seus donos, tem sede em Cracóvia, na Polónia e  vendem também uma cerveja chamada Heineken! Como conheço um bocado da Holanda não sei se são eles os promotores deste estado de coisas se os seus mandaretes nacionais, tradicionalmente mais papistas que o papa quando se trata do seu concidadão. Desta vez trouxeram garrafas de gás com àgua ou de àgua com gás para enganar o Zé, que era meu tio. Lacrimogênio é que devia ser! Cantaram e dançaram mas tudo, mesmo tudo, ensaiado para televisão filmar. Para o Luso, NADA, ZERO!!! Eles comem tudo!

Devia haver vergonha!!!!! Ou não deveria haver?

publicado por Peter às 18:50

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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

HOTEL DOS BANHOS

 

Mais uma relíquia da fotografia antiga , integrada na relíquia

que são hoje as Termas do Luso.

Terá 100 anos a foto???

Uma termalista regressa, sem dúvida,

do estabelecimento termal e dirige-se para o Luso superior.

Na fachada do hotel, ...DOS BANHOS, identifica a casa.

Mal substituída, em termos de arquitetura,

pelo edifício actual.

publicado por Peter às 16:30

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